segunda-feira, 4 de abril de 2016

H1N1 já levou a 71 mortes no Brasil em 2016, diz Ministério da Saúde

Até 26 de março, foram 444 casos de síndrome respiratória aguda por H1N1.Só no estado de São Paulo, houve 55 mortes em decorrência do vírus.
O Brasil já teve 71 casos de morte por H1N1 em 2016, até 26 de março, segundo o Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde, divulgado nesta segunda-feira (4). No ano passado inteiro, foram 36 mortes por H1N1 no país.
Segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 444 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) pela Influenza A/H1N1 este ano.
São Paulo teve o maior número de óbitos por H1N1: 55. Também registraram mortes Santa Catarina (3), Ceará (2), Bahia (2), Minas Gerais (2), Mato Grosso (1), Mato Grosso do Sul (1), Goiás (1), Rio de Janeiro (1), Pará (1) e Rio Grande do Norte (1).
O H1N1 é responsável, até o momento, pela grande maioria de casos graves e mortes por gripe Influenza no país. Foram registrados apenas 5 casos por Influenza A/H3N2 e nenhum óbito. Já em relação à Influenza B, foram registrados 38 casos e 3 mortes.
Vacinação
As clínicas particulares já têm disponível os primeiros lotes da vacina trivalente contra influenza de 2016, que protege contra H1N1, H3N2 (ambos vírus da Influenza A) e uma cepa da Influenza B. A vacina trivalente pode ser usada a partir dos 6 meses de idade.
Já a vacina tetravalente ou quadrivalente – que além de proteger contra o H1N1, o H3N2 e a Influenza B também protege contra uma segunda cepa da Influenza B – ainda está começando a ser distribuída. A vacina tetravalente pode ser usada a partir dos 3 anos de idade.
Na rede pública, a campanha nacional de vacinação contra gripe está marcada para começar no dia 30 de abril e vai até o dia 20 de maio. Alguns estados, como São Paulo, anteciparam a vacinação pelo SUS devido ao aumento precoce de casos da infecção. O Ministério da Saúde anunciou que começou a enviar as doses aos estados nesta sexta-feira (1º).
A vacinação contra influenza no SUS é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.
fonte: G1.com

imagem-logo
© Repórter Malu - 2015 - Todos os direitos reservados.
imagem-logo