terça-feira, 19 de julho de 2016

Altas temperaturas são propícias ao surgimento de micoses nas unhas

As micoses são contraídas através de fungos encontrados em ambientes úmidos e quentes.
 Micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, os cabelos e, principalmente, as unhas. As infecções que atingem as unhas são, geralmente, causadas por um fungo que pertence a um grupo denominado dermatófitos, que também pode causar infecções nos pelos do corpo e na pele, como no caso da frieira (pé de atleta). Outro grupo de fungos que também podem causar micoses nas unhas, são as leveduras. Em geral, as leveduras causam onicomicose nas mãos e os dermatófitos provocam onicomicose nas unhas dos pés.
 A Líquen Plano e Psoríase são doenças que afetam a pele, podendo, também, afetar as unhas. Com o aparecimento de doenças sistêmicas, as unhas podem sofrer alterações, como o hipotireoidismo (hipofunção da tireoide), doenças oncológicas e em virtude do tratamento com a utilização de alguns medicamentos, como os quimioterápicos.
 A Dra. Ana Regina Franchi Trávolo, médica especialista em dermatologia, explica que os fungos se instalam no leito e na lâmina ungueal. As bactérias podem causar uma inflamação na pele ao redor das unhas, o que resulta em ondulações nas unhas, denominada paroníquia. “Para impedir o surgimento das micoses, é necessário deixar os pés arejados sempre que possível, trocando as meias diariamente, secando bem os pés e dedos após o banho, evitando o uso das meias sintéticas (que esquentam mais os pés) e usando pós e sprays antifúngicos nas meias e calçados. Tudo porque os fungos gostam de ambientes fechados e com umidade”, orienta.
 O tratamento pode ser através de medicações via oral (comprimidos), tópica (na forma de esmaltes ou soluções), com Laser Spectra (Nd Yag) ou com a Terapia Fotodinâmica, levando em consideração que muitos pacientes fazem o uso de outras medicações e não podem, ou não desejam, fazer o uso da medicação antifúngica por via oral.
 “Nos casos tratados através do Laser Spectra, as sessões são, inicialmente, quinzenais e, posteriormente, mensais, com uma média de 4 a 7 sessões. A Terapia Fotodinâmica (associação de medicamento tópico seguido de iluminação com LED), também é uma opção que pode ser realizada em sessões quinzenais”, completa a médica. A Dra. Ana Regina orienta que o paciente deve procurar um dermatologista para avaliar a situação e indicar o melhor tratamento.
 Corpo Clínico
 Dra. Ana Regina Franchi Trávolo:  Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da International Association of Aesthetic Medicine; graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP e fellow em Dermatologia e Laser pelo Hospital Ramon Cajal, na Espanha.
Dr. Luciano Ferreira Morgado: Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da International Association of Aesthetic Medicine; pós-graduado em Cirurgia Dermatológica, Laser e Dermatologia Estética pela FM-ABC São Paulo; graduado em Medicina pela UnB e mestre em Terapia Fotodinâmica com Nanotecnologia pela Universidade de Brasília.
 Serviço:
Monte Parnaso – Cuidados à flor da pele
Centro Médico Júlio Adnet, SEPS 709/909, Bloco A, Clínica 9, 1° subsolo
Contato: (61) 3263-0833 / 3263-0834
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 Contatos com a imprensa
Graciliano Cândido
Jornalista Mtb 8995/DF




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