sexta-feira, 1 de julho de 2016

Hormônios femininos podem acelerar o aparecimento de vasinhos

O estrogênio e a progesterona podem acelerar os vasos varicosos.
 O estrogênio, também conhecido como estrógeno, é um hormônio sexual feminino produzido pelos ovários e liberado na primeira fase do ciclo menstrual. É o estrogênio que confere todas as características femininas das mulheres, como tamanho dos seios, textura e brilho da pele, além de ser o responsável pelo controle da ovulação e preparo do útero para a reprodução. Existem quatro tipos de estrogênio: estradiol (envolvido na menstruação), estrona, estriol e androstenediona (envolvido na menopausa).
 A alimentação e prática esportiva auxilia no tratamento de varizes. Para pacientes com uma vida sedentária e com uma alimentação inadequada, esse quadro pode se reverter e trazer o aparecimento dos famosos “vasinhos”. Os vasos vermelhos não representam um mal à saúde, todavia eles podem surgir combinados com veias maiores já dilatadas e sinuosas, muitas vezes não visíveis, também chamadas de varizes internas. Mesmo elas não sendo aparentes visualmente, podem causar desconforto, dores, inchaço, ardência e sensação de cansaço para as mulheres.


 Para o médico especialista em Angiologia, Cirurgia Vascular e Flebologia Estética, Dr. Daniel Alexandrino, o controle do quadro clínico se faz através do profissional de saúde, que irá orientar o melhor tratamento para cada caso. As varizes, além de causar um desconforto estético, podem levar a problemas fisiológicos para o organismo. A má circulação pode provocar consequências para a saúde, como descamação da pele, sangramento, dermatite, edemas, úlceras, varicorragia e tromboses (quando o sangue coagula e entope a veia).
Para tratar varizes, a melhor maneira é a prevenção. Porém, se já estiverem em estado avançado, o ideal é que o tratamento seja o quanto antes, como como toda doença não tratada pode ocasionar complicações para a saúde. Nos casos em que as veias doentes são menores, o tratamento é feito através de Escleroterapia, conhecido popularmente como Esclerose com espuma. “Avaliamos o estado das veias por meio de aparelho infravermelho que poderá indicar ou não tratamento”, orienta Daniel.
 Para casos mais avançados, o tratamento a laser é o mais indicado. Uma microfibra ótica é introduzida na veia doente e o laser contrai as paredes da veia doente.  Essa veia é totalmente fechada perdendo sua função e o organismo se encarrega de desviar o sangue para as veias sadias.
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