quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Afastamento e perda de direitos serão votados em separado

Para evitar o afastamento definitivo da presidenta, Dilma precisa de pelo menos 27 votos contra o impeachment O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, iniciou a sessão às 11h. O presidente da sessão de Votação do Impeachment decidiu acatar o requerimento do Partido dos Trabalhadores (PT) para votar em separado o impeachment e a perda de direitos políticos de Dilma por oito anos.
Para evitar o afastamento definitivo da presidenta, que, segundo a defesa, consumaria o golpe parlamentar no país, Dilma precisa de pelo menos 27 votos contra o impeachment, em um total de 81 senadores. A votação será realizada de forma aberta via painel eletrônico.
Lewandowski então fará a seguinte pergunta aos membros da Casa: "Cometeu a acusada, a Senhora Presidente da República, Dilma Vana Rousseff, os crimes de responsabilidade correspondentes à tomada de empréstimos junto à instituição financeira controlada pela União e à abertura de créditos sem autorização do Congresso Nacional, que lhe são imputados e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública pelo prazo oito anos?"
Os parlamentares contrários ao impeachment deverão votar "NÃO", e os favoráveis ao processo, "SIM". Caso seja absolvida, ela será imediatamente reempossada no cargo para o qual foi eleita democraticamente por mais de 54 milhões de pessoas.
Após a decisão do ministro Lewandowski, o senador Fernando Collor defende que impeachment deve implicar perda de direitos políticos. Informações do Sputnik.  






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