quarta-feira, 24 de maio de 2017

MOMENTO SAÚDE SANTA MÔNICA COM O DR. LUCAS ANTONIETTI

Conhecido popularmente como ataque cardíaco, o infarto agudo do miocárdio se caracteriza pela ausência ou pela diminuição da circulação de sangue no coração.

Sintomas Dor no tórax (ou peito) contínua, de forte intensidade e sensação de compressão, aperto ou queimação no peito, ardor bastante semelhante à azia, dor peitoral irradiada para a mandíbula e para os ombros e braços, mais freqüentemente do lado esquerdo do corpo, e, por vezes, palpitações prolongadas (batedeira no coração) -tecnicamente chamadas de arritmias cardíacas.
O paciente pode apresentar, ainda, suor excessivo, náuseas, vômitos, tontura e desfalecimento, assim como ansiedade e agitação. É importante lembrar que os pacientes diabéticos apresentam menos sintomas ou podem não sentir dor ao infartar.
Causas:
O ataque cardíaco resulta de uma série de agressões acumuladas ao longo dos anos:
tabagismo, obesidade, diabetes, hipertensão arterial, níveis de colesterol alto, estresse, sedentarismo, entre outros.
Exames e diagnósticos
O diagnóstico do infarto é geralmente feito pelo exame de eletrocardiograma – que, em muitas situações, sugere a interrupção da circulação no coração -, e de exames de sangue que medem o nível de enzimas resultantes da destruição de células cardíacas.

Tratamento e prevenções
Inicialmente, o tratamento visa diminuir a lesão no miocárdio e evitar complicações fatais, o que requer a administração de medicamentos para o coração trabalhar de modo mais econômico e para ajudar a restaurar a circulação de sangue no local.
Dependendo do tipo de infarto e da gravidade do entupimento, a desobstrução das artérias muitas vezes requer um procedimento mais invasivo, como a angioplastia e/ou a cirurgia de revascularização do miocárdio.O tratamento prossegue com medicamentos e mudanças importantes no estilo de vida, como ter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regulares com orientação médica, reduzir o peso, parar de fumar e controlar a pressão arterial.
Para completar, todo paciente precisa visitar periodicamente o cardiologista a partir dos 40 anos e fazer os exames solicitados na consulta de rotina. Quem tem história de doença cardíaca na família, deve ficar ainda mais atento aos fatores de risco, além de começar esse check-up mais cedo.


Dr Lucas Antonietti
Médico Radiologista
CRM-GO 12037 (RQE.8097)

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