segunda-feira, 24 de julho de 2017

Quase 4 quilômetros da DF-463 são duplicados

Mudanças vão beneficiar cerca de 60 mil motoristas que trafegam todos os dias pela região.
O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, inaugurou 3,9 quilômetros de duplicação na DF-463 na manhã deste sábado (22). A obra é uma adequação da rodovia para dar acessos aos Setores Habitacionais Jardim Botânico e Jardins Mangueiral, além de desafogar o trânsito na região.

A duplicação vai beneficiar cerca de 60 mil motoristas que trafegam todos os dias pelo local, que abrange também os condomínios de São Sebastião. O trabalho englobou terraplanagem, pavimentação, drenagem, sinalização e recuperação de áreas degradadas.

Resolver os gargalos da mobilidade, segundo Rollemberg, é uma prioridade da sua gestão para atender ao interesse público. “Esta é uma obra há muito tempo pedida pela comunidade e que vai melhorar o trânsito da região“, disse.
Ele anunciou novos investimentos no setor. “Vamos iniciar o recapeamento da parte antiga da via e da DF-473. São obras que garantem o aumento da segurança no tráfego. Em 2017, reduzimos em 42% o número de mortes de janeiro a julho em relação a 2016”, observou.

O governador ainda citou outras realizações do Executivo local, como a concessão de desconto de até 25% para compra direta de terrenos em condomínios ocupados até 22 de dezembro de 2016; a emissão de habite-se do Centro de Práticas Sustentáveis, no Jardins Mangueiral; e a inauguração, no próximo domingo, de uma praça no Jardim Botânico.

As intervenções, feitas pela Serterra Transportes Escavações Terraplanagem e Pavimentação Ltda., custaram R$ 10.273.294,94, recursos captados via financiamento no Banco do Brasil. O Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) é a unidade de governo responsável pela obra.

“O trabalho deste governo está em linha não apenas com a melhora na mobilidade, mas também com salvamento de vidas”, disse o presidente do DER-DF, Henrique Luduvice.
Iniciada na gestão passada, a expectativa é que a obra ficasse pronta em 2015. Naquele ano, porém, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) sinalizou falha no projeto de captação e escoamento de águas pluviais, o que levou a uma readequação nas intervenções.
Fonte: Agencia Brasília


 

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