Sucesso de público na 13 edição da Feira Internacional

A Feira das Embaixadas 2018, foi a mais lotada e diversificada de todas! As atrações culturais foram de alto nível! Bollywood da Ìndia, grupo de dança paraguaia, todos vieram de seus países, trazidos pelas missões diplomáticas. 

A cantora de Trinidad and Tobago, o grupo musical e de  dança da Síria, a cantora e músicos ucranianos.

A apresentação de direitos humanos promovida pela União Européia, com a presença da Ministra Raquel Dodge e da Primeira dama do DF, Márcia Rollemberg foi muito visitada.
Nos Stands latinos muita música, café da Nicarágua,da Guatemala, no Senegal, muita roupa e artesanato colorido, Costa do marfim, Gana, Quênia, Túnisia. Uma diversidade que agitou a capital federal no sábado e reuniu cerca de 40 mil pessoas no pavilhão do parque da cidade.

A Palestina mostrou suas maravilhosa culinária, a Afríca do Sul apresentou uma degustação do seu vinho e 4 stands foram lotados de cores e vestes típicas. 87 países se juntaram para fazer a maior festa internacional do DF.







 

                        CASAL: EMBAIXADOR E ESPOSA DA ITÁLIA












Reitores de universidades sul-americanas se reúnem na Argentina

Reitores da AUGM reunidos na Argentina para discussão do Plano
de Desenvolvimento Institucional da associação. Foto: Divulgação Legenda
Encontro marcou a incorporação da UnB à Associação de Universidades do Grupo Montevidéu.

O Conselho de Reitores da Associação de Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM) se reuniu, na última semana, para discutir os avanços do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da entidade e outras medidas para a integração das instituições de ensino superior da América Latina e do Caribe.

 O encontro, realizado na Universidade Nacional de Rosário (UNR), na Argentina, também marcou a incorporação da Universidade de Brasília à AUGM. "Passamos a fazer parte desta rede de instituições recentemente. Temos muitas características e desafios comuns e, certamente, isso ampliará nossas possibilidades de cooperação regional e de internacionalização", celebrou a reitora Márcia Abrahão.

A Associação congrega 36 universidades, de seis países (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai), todas públicas e autônomas. Entre as brasileiras, estão, além da UnB, nove federais e três estaduais paulistas. Novos membros só ingressam por convite, e a adesão da Universidade de Brasília foi aprovada por unanimidade.

 Na reunião do Conselho de Reitores, as universidades aprovaram novos acordos de cooperação, entre eles, um com a Mercociudades, uma rede de cooperação horizontal formada por municípios de países do Mercosul e seus associados. Também houve o encaminhamento de um plano de ação estabelecido durante a 3ª Conferência Regional da Educação Superior da América Latina e Caribe (Cres 2018), realizada em junho passado.

 INTERNACIONALIZAÇÃO – O ingresso da UnB no Grupo Montevidéu se somou a outras iniciativas recentes da Universidade para ampliar sua relação com outros países. No ano passado, a instituição passou a oferecer bolsas de pós-graduação como integrante do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB). Este ano, a UnB instalou a Casa Franco-Brasileira da Ciência no campus Darcy Ribeiro e aprovou seu primeiro Plano de Internacionalização. Também teve seu projeto de internacionalização aprovado pelo Programa institucional de Internacionalização da Capes.

 "Precisamos continuar avançando nas parcerias e na integração regional, para fazer com que a UnB aumente seus indicadores de internacionalização", disse a reitora.

ATENÇÃO – As informações, as fotos e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: nome do repórter/Secom UnB ou Secom UnB. Crédito para fotos: nome do fotógrafo/Secom UnB.

Câmara discute queda no orçamento do Fundo de Assistência Social

A Câmara Legislativa debateu na tarde desta quinta-feira (8) a redução e o contingenciamento do orçamento destinado ao Fundo de Assistência Social do Distrito Federal. De acordo com o deputado Wasny de Roure (PT), que promoveu a discussão, o projeto de lei que fixa o Orçamento para 2019 prevê uma redução de cerca de 70% dos recursos destinados ao Fundo neste ano. Ainda segundo o parlamentar, a proposta encaminhada pelo governo corresponde a 46% do montante aprovado pelo Conselho de Assistência Social para o Fundo.

Wasny defendeu a aprovação de uma proposta de Emenda à Lei Orgânica de sua autoria, juntamente com outros deputados, que vincula o orçamento da área a cinco décimos da arrecadação líquida do DF. Na opinião do distrital, a vinculação ajudaria a manter o Orçamento da Assistência Social em níveis mais razoáveis e protegidos de cortes. Outra proposta defenda por Wasny proíbe o contingenciamento de recursos para a Assistência Social.

O presidente da Câmara, deputado Joe Valle (PDT), que já exerceu o cargo de secretário de Assistência Social, disse que os problemas na área são os mesmos há muitos anos, o que comprova que esta política não é prioritária para os governos. Valle assegurou que colocará em pauta nos próximos dias as propostas defendidas por Wasny, especialmente a vinculação da receita.

O deputado Wasny de Roure apresentou planilhas sobre o agravamento da falta de recursos para a área, tanto na esfera federal, como no DF. Os números evidenciam queda nos orçamentos federal e local ao longo dos anos, situação agravada com a Emenda Constitucional 95, que estabeleceu teto de gastos públicos em diversas áreas.

De acordo com as planilhas, o Orçamento da União para Assistência Social caiu de R$ 193 bilhões em 2015 para R$ 185 bilhões em 2017. Para ele, "a queda é um efeito perverso da era Temer, uma irresponsabilidade e um crime contra a nação".

Os números do DF também apresentam queda, tanto nos recursos gerais para a assistência, quanto no Fundo específico da área. Segundo o levantamento apresentado, no geral, os recursos caíram de R$ 538 milhões em 2014 para R$ 392 milhões em 2018. E especificamente no Fundo de Assistência Social a queda foi de quase R$ 93 milhões, em 2014, para aproximadamente R$ 75 milhões neste ano.

Wasny de Roure também chamou a atenção para as diferenças entre o que foi orçado em cada ano e o que foi de fato executado dos recursos do Fundo. No ano passado, esta diferença foi de aproximadamente R$ 25 milhões e este ano deve fechar em cerca de R$ 29 milhões. Esta realidade, na opinião do distrital, comprova a precarização da política de assistência social no DF.

O parlamentar também destacou que a proposta de orçamento aprovada pelo Conselho de Assistência Social para o Fundo é de R$ 174 milhões, mas o projeto do Executivo que fixa o Orçamento para 2019 prevê apenas R$ 81 milhões. O valor previsto para 2019 representa uma redução de aproximadamente R$ 34 milhões em relação a este ano.

Desigualdade – O deputado eleito Fábio Felix (PSOL), assistente social de carreira, participou do debate e afirmou que é alta a precarização da área, "num cenário de muita desigualdade social". Felix apontou ainda a falta de projeto político e o déficit de servidores como outros problemas da assistência social.

O presidente do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do DF, Clayton Avelar, afirmou que a Emenda Constitucional 95 foi uma das maiores tragédias do governo Temer. Para ele, a desculpa usada pelo governo de que o País está quebrado não é real. Segundo ele, a situação no DF também é grave e o governo atual fez um ajuste fiscal contra os pobres. Para Avelar, os números apresentados sobre a queda nos recursos são "absolutamente eloquentes".

Marlene Azevedo, ex-secretária da área, considerou que o momento atual é bastante delicado, com perspectiva negativas. Ela lembrou que pelo segundo ano consecutivo foi registrado crescimento da pobreza extrema, "mas estranhamento as políticas sociais estão sofrendo cortes de 50%". Na opinião dela, a assistência social sempre foi tratada como uma "política menor".

Esta distorção também foi apontada por Daise Lourenço, presidente do Conselho de Entidades de Promoção e Assistência Social. Para ela, os recursos estão diminuindo, apesar do agravamento da crise econômica, aumento do desemprego e da pobreza, que aumentam a demanda pela Assistência Social. Ela lamentou que o Estado opte por deixar de investir na prevenção e depois acaba gastando em outras áreas como o sistema prisional.

Governo – Representantes do governo do DF também participaram da discussão. O subsecretário de Orçamento Público da secretaria de Orçamento e Gestão, Diego Jacques, explicou que o Orçamento de 2019 será R$ 700 milhões menor do que o deste ano. Segundo ele, a queda é motivada pela queda na arrecadação e o aumento de gastos com aposentadorias, entre outras questões.

Diego Jacques argumentou que a área de assistência social deverá terminar o ano com um orçamento efetivo da ordem de R$ 100 milhões, por causa de suplementações com recursos de superávits e verba contingenciada.

Já a subsecretária de Assuntos Sociais, Kariny Alves, que representou a secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, ressaltou as dificuldades do governo para garantir o Orçamento e garantiu que a pasta está lutando para recompor o seu orçamento. A subsecretária também adiantou que o concurso para contratação de servidores, antiga reivindicação, deverá ser lançado ainda em dezembro.

Luís Cláudio Alves
Fotos: Carlos Gandra/CLDF
Comunicação Social – Câmara Legislativa

FALTA APENAS UM DIA! 13.ª FEIRA INTERNACIONAL DAS EMBAIXADAS EM BRASÍLIA!


A nossa 13ª Feira das Embaixadas já está chegando. Com mais 85 países participando, essa edição da Feira promete ser ainda mais linda e concorrida que as anteriores. 


Estamos ansiosos para receber todo o público e a imprensa! O mundo se encontrará em Brasília. Atrações, comidas típicas, artesanato, roupas, gastronomia da Àfrica, da Europa, da América do sul, da América central, Àsia, e muito mais.

 Muitos países oferecerão degustação, como o vinho sul- africano ,o café e o rum da Nicarágua. A Guatemala também oferecerá café, e muitas outras surpresas que você precisa ver e sentir de perto. A diversidade se une á diversão no dia 10 de novembro. A União Européia apresentará atividades relacionadas aos direitos humanos. Dança e comida árabe não irão faltar. Brindes, rifa com  prêmios  incríveis e muitas outras atrações vão fazer deste sábado uma data inesquecível. È impossível descrever tudo aqui! Venha ver de perto!

O evento, que é uma iniciativa do Grupo de Cônjuges e Chefes de Missão (GCCM), com apoio do GDF e  é construído nos pilares da economia colaborativa, conta também com o apoio de empresas da iniciativa privada, sem as quais a feira não poderia tornar-se realidade.  È muito importante destacar que todo o dinheiro arrecadado é revertido para os  projetos apoiados pelo GCCM. Os projetos sociais apoiados pelo GCCM podem ser conferidos no site www.gccm.org.br/projetos-sociais

SERVIÇO:
13ª Edição da Feira das Embaixadas
Data: 10 de novembro (sábado)
Horário: de 10h às 19h
Onde: EXPOBRASÍLIA (Parque da Cidade)
Entrada: R$ 10 adulto, R$ 5 criança (de 5 a 12 anos)

Assessoria de Imprensa :
Fabiana Ceyhan
Eduarda sahlit

National School of Public Policy Delegation Visits Brazil


A delegation from the prestigious institution for training, National School of Public Policy Pakistan (NSPP), comprising senior civil servants is presently visiting Brazil on a study tour from 4-10 November 2018.

In Sao Paulo, the delegation, held useful meetings at the Federation of Industries (FIESP), National Service of Industrial Education Learning (SENAI), Higher Education Institute (FGV) and the Sao Paulo Chamber of Commerce (ACCSP).

In Brasilia, the delegation was briefed on various policy and administrative matters at the Ministry of Foreign Affairs (Itamaraty), National School of Public Administration (ENAP) and Agricultural Research Cooperation (Embrapa). The Federal Senate of Brazil welcomed the delegation in its ongoing plenary session where the delegation was briefed by the Senate Committee on Foreign Relations & National Defense.
senadora-Ana Amelia-(PP)  recebe presente da comitiva paquistanesa
On 7 November, the delegation was received at the Embassy of Pakistan on Pak-Brazil relations. Addressing the delegation, the Ambassador of Pakistan to Brazil H.E. Mr. Najm us Saqib stated that Pakistan and Brazil were making steady progress in further deepening the existing bilateral ties. Bilateral relations have registered significant improvement since the start of 2018. The Agreement on Technical Cooperation between Pakistan and Brazil was singed on 06 August 2018. Nine additional agreements in important areas of cooperation are under consideration.

Leader of the Delegation, Dr. Muhammad Iqbal Chauhan, expressed profound gratitude to the Embassy of Pakistan for organizing a befitting visit programme for the delegation, the warm welcome and appropriate briefing on subjects of interest to the delegation. He stated that the undertraining senior officers had greatly benefited from their visit to the beautiful country of Brazil.

Escola Nacional de Delegação de Políticas Públicas visita o Brasil



Uma delegação da prestigiada instituição para treinamento, a Escola Nacional de Políticas Públicas do Paquistão (NSPP), formada por funcionários públicos seniores, está atualmente visitando o Brasil em uma excursão de estudo de 4 a 10 de novembro de 2018.

Em São Paulo, a delegação realizou reuniões úteis na Federação das Indústrias (FIESP), no Serviço Nacional de Aprendizagem da Educação Industrial (SENAI), no Instituto de Educação Superior (FGV) e na Câmara de Comércio de São Paulo (ACCSP).

Em Brasília, a delegação foi informada sobre vários assuntos políticos e administrativos do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e da Cooperação em Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O Senado Federal do Brasil deu as boas-vindas à delegação em sua sessão plenária, em que a delegação foi informada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado.

Em 7 de novembro, a delegação foi recebida na Embaixada do Paquistão sobre as relações entre o Paquistão e o Paquistão. Dirigindo-se à delegação, o Embaixador do Paquistão no Brasil H.E. Najm us Saqib afirmou que o Paquistão e o Brasil estavam fazendo progressos constantes no aprofundamento dos laços bilaterais existentes. As relações bilaterais registraram uma melhoria significativa desde o início de 2018. O Acordo de Cooperação Técnica entre o Paquistão e o Brasil foi celebrado em 06 de agosto de 2018. Nove acordos adicionais em importantes áreas de cooperação estão sendo considerados.

O líder da delegação, Dr. Muhammad Iqbal Chauhan, expressou profunda gratidão à Embaixada do Paquistão por organizar um programa de visitas dignas para a delegação, à calorosa recepção e às informações apropriadas sobre assuntos de interesse para a delegação. Ele afirmou que os oficiais subalternos se beneficiaram enormemente de sua visita ao belo país do Brasil.

 Fonte: Embaixada do Paquistão Brasilia -November 2018


Padastro abusa de enteada (11) com ajuda da mãe

Em Samambaia mãe e padrasto são presos por estupro de menina de 11 anos.

Segundo as investigações, os ataques ocorriam dentro da casa da família e duraram nove meses.

Um homem foi preso preventivamente, nessa quinta-feira (8), suspeito de estuprar a enteada de 11 anos, em Samambaia. A mãe da vítima também foi detida porque é considerada coautora do crime. Segundo as investigações, os ataques ocorriam dentro da casa da família e duraram nove meses.

A Polícia Civil ainda descobriu que os atos libidinosos incluíam a obrigação de sexo oral pela vítima. A mãe ainda teria coagido e batido na filha antes de ir à delegacia, para evitar que a menina contasse sobre os abusos. Tudo só foi descoberto graças a uma denúncia anônima.

A vítima relatou aos investigadores que os ataques ocorriam com frequência e sob o conhecimento da mãe, que nada fazia para defender a filha. Homem e mulher foram presos preventivamente após autorização da Justiça. O agressor já responde a outros inquéritos policiais por violência sexual e doméstica.
#Estrupo #violenciainfantil #violenciacontracriança
Por Cidades

Relações tóxicas vão além do relacionamento afetivo abusivo

Comportamento:Atitudes prejudiciais podem vir de amigos, colegas de trabalho e até dos pais. Entenda como isso afeta a vida de milhares de pessoas.
Uma relação tóxica é aquela que causa sofrimento, fere ou desrespeita uma ou ambas as pessoas. De acordo com a psicóloga Nayara Nascimento, ainda que qualquer vínculo entre seres humanos seja complicado, nem todos são tóxicos, mas essas más relações podem desencadear diversos transtornos na psique humana.

O desgaste emocional das relações tóxicas pode acarretar em uma série de transtornos psicológicos como síndrome do pânico, ansiedade e depressão. Segundo a psicóloga, qualquer indivíduo pode se envolver nesse tipo de relação, entretanto, pessoas que têm autoestima baixa ou que tenham um passado de opressão e abusos estão mais suscetíveis a entrar em relações nocivas, pois costumam ter uma visão distorcida do que realmente é o afeto.

Segundo os especialistas, é importante considerar que as relações tóxicas vão além dos relacionamentos abusivos entre parceiros. De acordo com a psicóloga, é comum identificar entre essas relações desde amizades antigas até vínculos entre pais e filhos onde é possível perceber certa manipulação, competitividade, diminuição da dor do outro, dramas desnecessários e inveja.


A estudante de direito Anny Carvalho afastou-se de algumas pessoas nos últimos anos por ver características tóxicas nas amizades e vê esse tipo de relacionamento como algo inevitável. Segundo ela, a maioria da população já teve vínculo com alguém tóxico na vida.  “A gente não devia, mas acaba deixando que aconteça, seja por certa carência ou por querer exercitar paciência e perdão”, conta.

É fácil reconhecer as atitudes tóxicas quando observado de fora, porém, para as pessoas envolvidas na relação, reconhecer tais problemas é bastante complexo, mesmo para quem os comete. A estudante Nicole Oliveira já esteve envolvida em algumas relações tóxicas tanto com a família quanto com amigos, mas admite que também já foi a parte negativa. “Não fui tóxica com a intenção de ser, mas reconheço que fiz comentários desnecessários e acabei afetando a autoconfiança da minha amiga”, admite. Nicole se desculpou e se afastou dessa amiga por um tempo, mas conta que algumas semanas depois teve uma conversa franca com ela e hoje as duas mantém uma relação saudável. “É importante reconhecer nosso lado impaciente e meio tóxico pra conseguirmos lidar com isso da melhor forma e assim, parar de afetar tão negativamente a vida do outro”, diz.

O único tratamento eficaz contra relações tóxicas é afastar-se daquela pessoa que influencia negativamente a vida do outro. Quando se trata de família é um pouco mais complicado, mas aprender a lidar ou ignorar é fundamental para manter o equilíbrio emocional. É necessário enfatizar que continuar em um relacionamento destrutivo aumenta o risco de desenvolver doenças como depressão, ansiedade, síndrome do pânico e em casos extremos, a dissociação de identidade.
#amizade #comportamento #relacionamento #relaçõestoxico
fonte:IESB

Remédio contra hepatite C é capaz de eliminar chicungunha, mostra estudo

Um estudo divulgado nesta quinta-feira mostrou que o sofosbuvir, utilizado no tratamento da hepatite C, é capaz de eliminar também os vírus da chicungunha e da febre amarela. Realizado no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), o trabalho indica que a droga se mostrou 11 vezes mais efetiva contra o vírus da chicungunha do que contra as células humanas infectadas.

Segundo os pesquisadores, a descoberta pode ser uma alternativa mais barata e rápida do que a formulação de um novo medicamento contra a chicungunha. Ainda assim, mas testes são necessários. O artigo sobre a pesquisa relativa à febre amarela ainda não foi publicado.

“Fizemos estudo em células humanas que aponta uma possibilidade para combater o vírus da chicungunha com uma droga segura, o que indica uma possibilidade de tratamento. É importante desenvolvermos estratégias para tratar algo que já incapacita muitas pessoas”, afirma Lucio Freitas-Junior, um dos autores do estudo e pesquisador do Departamento de Microbiologia da Universidade de São Paulo (USP).

Ele ressalta que mais testes ainda são necessários. Os pesquisadores ainda não sabem com precisão como a droga atua em termos moleculares. O que constataram foi o resultado macroscópico: a eliminação do vírus e a preservação das células.

“No tratamento da hepatite C, o sofosbuvir se mostrou efetivo por inibir a proteína que sintetiza o genoma viral. Pode ser que ocorra o mesmo no caso da chicungunha, mas o mecanismo de ação ainda precisa ser elucidado “, afirmou a pesquisadora Rafaela Milan Bonotto, uma das autoras do estudo.

Em 2017, foram registrados mais de 184 mil casos prováveis de chicungunha, segundo o Ministério da Saúde. Não há tratamento específico para a doença, o acompanhamento é geralmente feito com hidratação e repouso. Em geral, a recuperação leva dez dias, mas algumas sequelas, como dores nas articulações, podem durar meses ou anos.

Novos mecanismos de ação

Freitas-Junior explica que o estudo utilizou uma tecnologia que desenvolve ensaios de triagem fenotípica, que segue uma estratégia que vem sendo implementada por farmacêuticas no reposicionamento de fármacos para doenças infecciosas, que é a busca de outros mecanismos de ação para remédios que já passaram por testes de segurança em uso humano e já são comercializados. Isso, segundo ele, traz um menor custo e diminui o tempo para início do tratamento.

“O processo para obtenção de um fármaco é oneroso, burocrático, demorado e caro. O tempo entre o início da pesquisa e a disponibilização no mercado é, em média, de 12 anos e o custo pode chegar a US$ 1,5 bilhão. O sofosbuvir já passou por todo o processo de aprovação para uso humano. Isso possibilita que possa vir a ser utilizado contra a chicungunha em um a três anos. O custo estimado seria de cerca de US$ 500 mil, afirma Freitas-Junior, que acrescenta: “Os resultados de nossa pesquisa possibilitam que as instituições eventualmente interessadas deem início aos ensaios clínicos.”

O trabalho faz parte do doutorado de Bonotto com Bolsa da Fapesp, com orientação de Lucio Freitas-Junior. Participaram do estudo também Glaucia Souza-Almeida, Soraya Jabur Badra, Luiz Tadeu Figueiredo e Carolina Borsoi Moraes.

Polêmica envolvendo patente do medicamento

Em agosto deste ano, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu a patente do sofosbuvir à indústria farmacêutica Gilead Pharmasset. Com a medida, apenas a companhia americana poderia vender o remédio no Brasil, impedindo a produção de genéricos.

Hoje, o tratamento básico contra a hepatite C custa em média R$ 16 mil. Com genéricos, produzidos no Brasil por um consórcio entre empresas nacionais e o laboratório público Farmanguinhos/Fiocruz, o custo cairia para R$ 2,7 mil, ampliando o acesso ao tratamento.

Dias após esta decisão, uma liminar foi concedida pelo Juizado Especial de Saúde Pública da 21ª Vara Federal da Justiça Federal do Distrito Federal determinando a anulação do “ato administrativo do INPI que concedeu a patente do fármaco antiviral sofosbuvir em favor das empresas Gilead Pharmasset e Gilead Science”, multinacionais com sede nos Estados Unidos.

Freitas-Junior diz ser contra a quebra da patente porque isso, segundo ele, não valoriza o trabalho do pesquisador que se dedicou ao desenvolvimento de novos tratamentos, e propõe um diálogo maior e a formação de parcerias com farmacêuticas para baixar custos e otimizar resultados. Para ele, quebrar a patente não ajudaria ainda a atrair investimentos para a pesquisa no país.

Resultados também em zika

Um estudo de pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego, nos EUA, em parceria com a USP, publicado em janeiro deste ano, apontou que o remédio se mostrou eficaz também para impedir os efeitos do vírus da zika. O trabalho revela que o medicamento conseguiu restaurar as células neurais infectadas pela zika e também bloquear a transmissão do vírus para o feto — no caso de gestantes.

Fonte: O Globo

40 Horas - Seminário Internacional de Arte Contemporânea ocupará Museu Nacional da República

40 Horas - Seminário Internacional de Arte Contemporânea ocupará Museu Nacional da República
Evento trará feras das artes plásticas como o belga Vermeire Geert para Brasília
O momento é de respirar arte. Artistas plásticos nacionais e internacionais estarão em Brasília para discorrer sobre o fazer artístico contemporâneo em um evento já consagrado em 2018 por envolver o público em seminários conceituais gratuitos, com 40 horas de duração.

O intensivão começou em maio deste ano e recebeu artistas como Irene Lasivita (Ar), Luiz Aquila, Wagner Barja, Marcos Moraes (Itaú Cultural) dentre outros, que vieram para capital federal para falar sobre temas relacionados a arte contemporânea.

O evento 40 Horas - Seminário Internacional de Arte Contemporânea ocupará o Museu Nacional da República (Esplanada dos Ministérios) neste sábado e domingo, dias 10 e 11 de novembro, das 14h às 19h. Desta vez, os artistas Eurípedes Gomes Da Cruz Jr. e Clarice Gonçalves vão abordar a temática “Arte e Loucura”, no sábado (10).

Já no domingo (11), será a vez de Vermeire Geert (Bélgica) proporcionar um experimento nomeado “A Arte De Andar na Paisagem”. O artista belgo convidará um grupo de pessoas para vivenciar os sons urbanos, propondo a criação colaborativa de uma experiência imersiva no ritmo destes sons usando o smartphone e traduzindo essas caminhadas em objetos ou experiências de arte.

No final das apresentações haverá interação com o púbico, com sessão livre e aberta para perguntas. As inscrições para participar são gratuitas e podem ser feitas pelo site: www.40horasdearte.com.

O projeto 40 horas - Seminário Internacional de Arte Contemporânea foi criado há 22 anos no Atelier Lourenço de Bem, que fica no Setor de Mansões do Lago Norte. Desta vez, o evento foi ampliado e acontecerá no Museu Nacional da República. A produtora Renata Coli explica: “Tivemos a oportunidade de trazer ao público brasiliense artistas locais, nacionais e de fora. E numa atmosfera de trocas, de amizade, de expor luzes e sombras do viver artisticamente. Todos compartilharam suas experiências no universo das artes. Agora, teremos a honra de receber Vermeire Geert, que irá apresentar algo que foge ligeiramente das mesas redondas, pois vem nos propiciar um experimento em grupo durante uma caminhada pelas ruas da capital federal”, ressalta. 

Renata Coli atua com o artista e também idealizador Lourenço de Bem desde 2013. Nesta realização, a dupla conta com a parceria de Stella Lopes e Leo Gois.

 Conheça os artistas convidados:

Clarice Gonçalves

Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, Clarice vive e trabalha em seu ateliê em Taguatinga-DF. Com quase 12 anos de carreira, a artista plástica brasiliense tem o feminino como uma das linhas de pesquisa. “Esta temática surgiu como fruto de um processo de autoconhecimento. Percebi que certos hábitos e manias não eram meus, e sim herdados. Certos papeis sociais são impostos, logo decidi levar essas reflexões que tinham dentro de mim para as telas. No fim, também senti que são questionamentos universais, que todas as mulheres têm”.

Nas pinturas figurativas de Clarice, as mulheres podem surgir nuas, em momentos de contemplação ou em cenas que provocam a reação do público.

Vermeire Geert

Curador, artista e escritor, Vermeire Geert iniciou –se na Grécia, Portugal e Bélgica, tendo como principal campo uma prática artística focada na realidade performativa, mista/nova tecnologias e práticas sociais, com envolvimento comunitário e ético de ação cultural como elementos-chaves. Sua pesquisa interdisciplinar e artística diz respeito à caminhada como meio artístico e imersivo, estimulando colaborações criativas entre coreógrafos, artistas sonoros, artistas de novas mídias, arquitetos e escritores. Seu trabalho agora inclui a Albânia, Bélgica, Grécia, Portugal, Brasil, Austrália e Estados Unidos.

Eurípedes Gomes da Cruz Jr.

Graduado em Música/Composição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996). Mestre em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO/MAST (PPG-PMUS). Doutor em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO/MAst. Museólogo do Museu Nacional de Belas Artes - IBRAM/MinC desde 2010, onde é responsável pela seção de Esculturas. Trabalhou no Museu de Imagens do Inconsciente durante 30 anos. Membro do Conselho Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, representando a área de Museus e Patrimônio, no período de 2012-2016. Como músico, atua como diretor musical, compositor, arranjador e maestro.

 Sobre o projeto

O projeto 40 horas - Seminário Internacional de Arte Contemporânea foi criado há 22 anos no Atelier Lourenço de Bem, que fica no Setor de Mansões do Lago Norte. “Esse é um encontro que há muito tempo tinha desejo de realizar: uma conversa sore artes. E hoje sinto um imenso prazer de ver o projeto se concretizar. É gratificante podermos propiciar encontros entre profissionais das artes visuais, pioneiros ou iniciantes, que são importantes referências em Brasília, no Brasil e no mundo”, ressalta Lourenço de Bem, idealizador do evento.

As inscrições gratuitas podem ser feitas em: www.40horasdearte.com.

O projeto 40 horas - Seminário Internacional de Arte Contemporânea tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e da Secretaria de Cultura e Governo do Distrito Federal.

 Serviço:

40 horas - Seminário Internacional de Arte Contemporânea, com Clarice Gonçalves, Eurípedes Gomes da Cruz Jr. e Vermeire Geert

Dias 10 e 11 de novembro (sábado e domingo)

Horário: Das 14h às 19h

Local: Museu Nacional da República (Esplanada dos Ministérios)

Entrada franca.

Informações e inscrições: www.40horasdearte.com
Classificação livre

Movimento vegano como benefício ao meio-ambiente

Rafael Mendes decidiu mudar a alimentação e seguir o movimento do veganismo. Eduarda Araújo, com a mesma idade, também aderiu ao estilo de vida. Eles não se conhecem, mas fazem parte de uma parcela da população que decidiu eliminar produtos de origem animal da mesa.

De acordo com The Vegan Society, instituição vegana mais antiga do mundo, o significado da expressão tem relação com “uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais”.

Estudante de nutrição, Rafael segue a dieta há um ano. Ele conta que decidiu mudar a alimentação da noite para o dia, mas, principalmente, por causa da saúde. Com o tempo, entendeu o impacto do veganismo na vida dele e, como consequência, desenvolveu uma compaixão com os animais.

“Decidi depois de assistir ao documentário Forks over Knives que fala sobre as doenças causadas pelo consumo excessivo de carne, leite e ovos. Senti certo medo e nojo e, naquele momento, simplesmente não queria mais comer animais”, ressalta.

Soraya Lôbo, 43 anos, mãe de Rafael, conta como se sentiu após o filho ter tomado essa decisão. “A única coisa que falei para ele é que, se fosse para fazer, era para ser uma coisa bem feita. Se preocupar principalmente com a saúde. Como ele é da área, acabou sendo mais tranquilo, mas eu apoiei 100% desde o início”, explica.

A publicitária acrescenta que, por influência do filho, também diminuiu o consumo de carnes e, após essa mudança na dieta, percebeu melhorias na saúde e no bem-estar. “Reduzi a carne mais por questão de saúde e de funcionamento do meu corpo. A carne me deixa pesada, mas não deixei de comer, hoje eu só não consumo mais durante a semana,” conta.

Ensino sobre veganismo

O estudante de nutrição ressalta que o veganismo ainda não é pauta na maioria das faculdades de saúde. Rafael explica que sempre faz questão de questionar os professores para que, tanto ele quanto os docentes e colegas de classe, possam aprofundar mais no assunto com conteúdos específicos, além de atividades, trabalhos e palestras.”Eu acho que a faculdade peca muito. Hoje, como sou vegano, pergunto mais para os professores e eles começam a perceber que tem gente interessada no assunto”, conta.

Adilson Ferreira já foi nutricionista de Rafael e explica que o profissional da área tem de se adequar ao estilo de vida e às ideologias dos pacientes. “O profissional tem que aprender a respeitar o estilo de vida de cada um e tentar adequar na dieta a alimentação mais saudável possível para essas escolhas que o paciente tem”, esclarece.

Adilson conta que não tem o costume de prescrever dietas sem alimentos de origem animal mas, se houver a solicitação do paciente, ele adequa aos padrões do atendimento. O nutricionista ainda explica que todos os extremos são prejudiciais à saúde e, segundo ele, “tanto veganos quanto carnívoros podem ser saudáveis ou ter prejuízos se não tiverem alimentação adequada e acompanhamento nutricional que respeite seu estilo de vida.”

Rafael sugeriu a adoção da Segunda Sem Carne, movimento mundial que promove a não ingestão de alimentos de origem animal durante as segundas-feiras. Caso uma pessoa substitua o consumo da carne por fontes vegetais por apenas um dia da semana, é possível atingir um impacto positivo ao meio-ambiente. Em 2013, o Distrito Federal aderiu à campanha por meio do Diário Oficial do DF (DODF).

Sustentabilidade do veganismo

De acordo com pesquisa mais recente feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), em 2012 cerca de 5 milhões de brasileiros eram veganos. O movimento surgiu em 1994, no Reino Unido.

Estudo feito por seis universidade americanas também demonstrou que dietas vegetarianas, veganas e onívoras são mais sustentáveis e suficientes para suprir a demanda de alimentos da população americana com o uso apenas de terras agrícolas.

Eduarda Araújo, estudante de publicidade, procurou saber mais sobre o estilo de vida vegano por causa da sustentabilidade. “Desde sempre fui muito interessada pelo assunto e, no fim de 2016, comecei a buscar crescimento pessoal e nisso estava incluso o autoconhecimento e re-analisar tudo que eu fazia”, explica.

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