O Congresso Nacional será iluminado de rosa na noite de hoje (5/2) em referência ao Dia Nacional da Mamografia, celebrado na mesma data. O objetivo é chamar a atenção para a importância da realização do exame, a fim de detectar precocemente alterações nas mamas que possibilitem o tratamento do câncer antes que os sintomas se manifestem.

O exame consiste em uma radiografia das mamas que, junto com o exame clínico, identifica alterações suspeitas. Mas a confirmação da doença só ocorre por meio de biópsia da parte lesionada do órgão.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) recomenda a realização da mamografia de rastreamento uma vez a cada dois anos, em mulheres com idade entre 50 e 69 anos, para uma possível identificação do câncer antes do surgimento de sintomas clínicos. Mulheres com risco elevado de câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco e definição da conduta a ser adotada.

Prevenção

Mulheres de todas as idades são estimuladas a conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Ao apalpar as mamas e identificar alguma alteração suspeita, deve-se procurar logo um serviço médico para avaliar o risco de ser câncer. 

De acordo com o Ministério da Saúde, os sinais e sintomas mais comuns são aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular. A descoberta do câncer de mama na fase inicial aumenta consideravelmente as chances de cura. A auto-observação das mamas, porém, nunca deverá substituir a mamografia nem o exame físico feito por um profissional de saúde.