segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Caiado questiona Dilma sobre mentiras da campanha: "Não se trata de estelionato eleitoral?"



O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) usou o interrogatório à presidente afastada Dilma Rousseff para questioná-la sobre a ocultação da crise econômica durante sua campanha de reeleição. Em sessão desta segunda-feira (29/08), Caiado tomou como base as mentiras proferidas em campanha para levantar a tese de "estelionato eleitoral" em comparação às alegações de Dilma de que o impeachment se trata de uma "ação indevida".

"Vossa Excelência diz que a situação do país tem a ver com a crise internacional, mas por acaso esta crise só apareceu no dia 25 de outubro de 2014? Só depois do segundo turno? Não havia qualquer informação pelo governo? Se Vossa Excelência trata o impeachment como ação indevida, não seria a omissão à crise durante sua campanha um estelionato eleitoral? Se os eleitores soubessem de tudo isso, votariam na senhora?", questionou.

Caiado também ressaltou o atropelo republicano que fez Dilma ignorar uma prerrogativa do Congresso ao editar decretos de crédito suplementar antes da aprovação do PLN 5 pelo parlamento.

BANCOS PÚBLICOS

Ronaldo Caiado trouxe um fato novo ao processo de impeachment: enquanto Dilma Rousseff deu calote nos bancos públicos que deveriam ser ressarcidos semestralmente, o governo seguiu pagando bancos privados mensalmente, o que corrobora a tese de uso dessas instituições para omitir a situação fiscal do governo.

"Só Banco do Brasil, Fundo de Amparo ao Trabalhador, BNDES e Caixa não foram pagos semestralmente. Todos os bancos privados foram pagos mensalmente com equalização das taxas de juros. Por que preferenciar os privados em detrimento dos bancos públicos?", indagou.

Matéria: Assessoria Liderança Democratas Senado Federal

Foto: Sidney Lins Jr
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Lançamento do Plano Safra Brasília 2016-2017



Resultado de imagem para Safra Brasília 2016-2017O governador Rodrigo Rollemberg lança, nesta terça-feira (30), o Plano Safra Brasília 2016-2017. A iniciativa abrange os principais programas e políticas do governo Federal e de Brasília para a área rural, com objetivo de impulsionar o desenvolvimento, ampliar o acesso ao crédito e gerar ocupação e renda para as pessoas no campo. O público alvo do plano são agricultores familiares, assentados da reforma agrária, pequenos e médios produtores, agroindústrias e jovens moradores de áreas rurais. Associações e cooperativas também serão beneficiadas. O lançamento será às 10h, no Palácio do Buriti.

O Plano Safra Brasília 2016-2017 amplia as operações de crédito do Fundo de Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (FDR) e o limite garantidor do Fundo de Aval do Distrito Federal (FADF) para produtores e cooperativas. Outra novidade é o início do Prospera Jovem Rural, uma linha de crédito de investimento dentro do programa de concessão de empréstimos para jovens de 18 a 29 anos, para estimular o setor de serviços.

O Plano Safra Brasília contempla as políticas da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, como regularização fundiária, defesa agropecuária e estímulo à agroindustrialização e fortalecimento da agricultura familiar e das vendas de produtos agropecuários para os programas de compras governamentais. Também fazem parte do plano as políticas de assistência técnica e extensão rural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e as políticas da Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF).

Serviço: Lançamento do Plano Safra Brasília 2016-2017
Horário: 10h
Local: Salão Branco, Palácio do Buriti
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Assessoria de Imprensa do Governador
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Ataque a iPhone chama atenção de Israel

A Apple lançou uma atualização de segurança na semana passada após um conhecido ativista dos Emirados Árabes Unidos ter sido alvo de um ataque do programa Pegasus 
A recente descoberta de programas informáticos espiões ('spyware'), capazes de se infiltrarem e controlarem os telefones Apple (iPhone) sem deixar rastro, chamou a atenção para a indústria da vigilância informática israelita, considerada uma das mais avançadas do mundo.A gigante tecnológica norte-americana Apple lançou uma atualização de segurança na semana passada após um conhecido ativista dos Emirados Árabes Unidos ter sido alvo de um ataque do programa Pegasus, 'spyware' criado pela empresa israelita NSO Group.

A NSO Group está baseada em Herzliya, o "Silicon Valley" de Israel, e é uma das 27 empresas de vigilância com sede no país.De acordo com a organização não-governamental britânica Privacy International, Israel tem mais empresas deste tipo 'per capita' do que os Estados Unidos.
As empresas argumentam que os seus produtos visam combater o crime e o terrorismo através de meios legais, mas vários críticos receiam que estas atividades não estejam sendo devidamente reguladas, permitindo um uso abusivo da tecnologia por parte do governo.
"Ativistas da oposição, defensores dos direitos humanos e jornalistas [em Israel] têm sido submetidos a vigilância intrusiva por parte do governo e alguns indivíduos têm sido confrontados, durante sessões de tortura, com transcrições das suas comunicações", adianta a Privacy International num relatório divulgado hoje.
A ONG salienta que as agências estatais israelitas têm vindo a usar esta tecnologia de vigilância "para fins militares, em ações de caráter ofensivo, bem como para espionagem".
Uma investigação da empresa de segurança de celulares Lookout e do Citizen Lab da Universidade de Toronto concluiu que o 'spyware' que forçou a Apple a lançar a atualização de segurança seria capaz de transformar o celular do alvo "num espião digital dentro do seu bolso".
O 'spyware' poderia controlar o iPhone do ativista dos Emirados Árabes Unidos Ahmed Mansoor, permitindo a ativação da câmera e do microfone para observar a atividade próxima do aparelho, gravar chamadas feitas por aplicativos como Whatsapp e Viber, bem como registrar as mensagens em apps de 'chat' e detectar movimentos do utilizador.
O ataque ao celular de Ahmed Mansoor consistiu numa única mensagem que lhe pedia para "clicar" num link para obter mais informação sobre detidos alvo de tortura nos Emirados Árabes Unidos. Mansoor desconfiou e reenviou o mail para o Citizen Lab.
A empresa NSO não quis confirmar a autoria do 'spyware' usado para atacar o aparelho de Mansoor, afirmando apenas que "só vende os seus produtos a agências governamentais autorizadas e cumpre integralmente as rigorosas leis de controle de exportação [destes programas]". O ministério da Defesa de Israel também não fez comentários.
Um especialista em ciber-terrorismo no Instituto para o Estudo da Segurança Nacional de Israel, Daniel Cohen, afirmou à agência France Presse que as forças armadas israelitas dão especial ênfase ao treino de combate cibernético.
A unidade 8200 do exército israelita - destinada a decifrar códigos inimigos e serviços de informações - é considerada uma incubadora para 'start-ups' tecnológicas.
"Israel está entre os líderes mundiais em tudo o que tenha a ver com o setor cibernético. Depois de saírem do exército, estes especialistas aproveitam os seus conhecimentos para criarem as suas empresas ou para conseguirem um contrato milionário em empresas que já existem", explicou Daniel Cohen.
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Morre o ator Gene Wilder, aos 83 anos, o primeiro Willy Wonka

Na década de 80, ele atuou nas comédias "A Dama de Vermelho" e "Cegos, Surdos e Loucos"Morreu nesta segunda (29) o ator Gene Wilder, famoso por ter feito Willy Wonka no cinema, em "A Fantástica Fábrica de Chocolate", de 1971.
Wilder tinha 83 anos e sua família não divulgou a causa da morte. Ele era americano e seu verdadeiro nome Jerome Silberman. Foi indicado ao Oscar pelos clássicos "Primavera para Hitler" e "O Jovem Frankenstein", em 1968 e 1974, respectivamente.

O ator também participou, na década de 80, das comédias "A Dama de Vermelho" e "Cegos, Surdos e Loucos".
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Conversas fora do contexto Celina mostra, em coletiva à imprensa, que áudios foram editados e desqualifica gravações

A deputada Celina Leão reuniu, nesta sexta-feira (26), na Câmara Legislativa do DF (CLDF), a imprensa para uma entrevista coletiva onde defendeu-se das denúncias que visam incriminá-la em uma investigação já existente contra o governo do Distrito Federal e que provocaram seu afastamento da presidência da Câmara Legislativa. Para tanto, divulgou dois trechos do diálogo gravado entre ela e a deputada Liliane Roriz (PTB). “Vou me ater apenas a minha defesa e as acusações da deputada Liliane Roriz a minha pessoa”, iniciou a parlamentar.
Durante pouco mais de meia hora, a parlamentar falou com os jornalistas e se referiu ao inquérito, aberto no dia 18 de julho deste ano, que remete à questão da saúde, no Distrito Federal, com várias denúncias graves, inclusive com encaminhamento à Procuradoria Geral da República. “Mas a parte que fala sobre a minha pessoa começou no dia 12 de agosto, que remete ao áudio da deputada Liliane”, ressaltou. 
“O que a gente percebe, de cara, é que há algumas edições. Eu quero me pronunciar sobre duas conversas com a deputada Liliane, um diálogo republicano e que, da forma como foi divulgada, a conversa está descontextualizada”, disse ela desqualificando a gravação que Liliane entregou ao MP. No primeiro áudio as parlamentares conversam sobre emendas para a Educação. No segundo, Celina diz que, em um momento, Liliane pergunta se ela esteve com um empresário e se eu havia pedido algo a ele. “Eu disse que nunca estive com ele, e muito menos que pedi algo a ele”, falou Celina na gravação. 
A deputada repetiu aos jornalistas que nunca se encontrou com ninguém para tratar de propina e que as duas falas desmontam as acusações feitas pela deputada Liliane. “Nunca pedi nada, nem falei com empresários”, demonstra Celina nos áudios. E mais: “isso desmente o que a deputada falou. E aposto que Liliane Roriz não trabalhou sozinha e acredito que a colega tenha recebido algo em troca para divulgar os áudios. Isso é muito grave”. Celina ainda lembrou de outro áudio de duas horas e meia, no qual Liliane a provoca muitas vezes a fim de que ela fale sobre alguma ilicitude.
Outro ponto destacado por Celina foi de que a divulgação dos áudios foi exatamente no dia do julgamento das ações de Liliane Roriz, na Justiça, a qual ela foi condenada. Celina diz que Liliane entregou os áudios dessa possível ilicitude seis meses depois de tê-los gravado. “Se ela tinha certeza de uma ilicitude dessa, por que não entregou logo? É claro que ela não tinha elementos. Se eu digo numa gravação que não fiz nada e ela diz também, qual é a prova da material? Vamos pedir perícia de todos os áudios que têm edições graves, porque quando se faz edição, você pode tirar frases de um contexto e colocar em outro.  Essa pessoa estava há mais de um ano tentando gravar os colegas. O que se refere a mim ela pode colocar nesse contexto. O mais importante nesta tarde é que nós tivemos acesso à gravação e elas desmentem as acusações da deputada”, esclareceu Celina.

Sob este aspecto, Celina acusou o governador Rodrigo Rollemberg de manobra política, justamente quando a CPI da Saúde da Câmara Legislativa apura irregularidades na Secretaria de Saúde. "Tem muita coisa por trás disso. Liliane Roriz não fez isso sozinha", repetiu, sustentando que o governador na verdade quer atingir todo o seu grupo político, em virtude das eleições de 2018. "Meu nome sempre apareceu bem nas pesquisas. Agora dá pra pensar nisso [a candidatura] de verdade", disse. E lembrou que o ataque à Mesa Diretora é visível. “Eu não iria sozinha, eu iria com um grupo e foi esse grupo que ele quis atingir”, associa Celina.

Celina Leão também voltou a reclamar da denúncia feita pelo deputado Chico Vigilante (PT) de que servidor de seu gabinete teria saído da Câmara Legislativa com computador, no intuito de destruir provas contra ela. "Primeiro disse que era computador, mas não tem imagem nenhuma disso. Nossos bens da Câmara são todos tombados, não tem como. Depois disse que seria um laptop, é papel. É um absurdo o que estamos passando!".

Celina reforçou sua confiança na investigação feita tanto pelo Ministério Público do DF quanto pela Polícia Civil. "São instituições as quais respeito”. E completou dizendo que considera natural o pedido de cassação dos membros da Mesa Diretora, apresentados por partidos políticos e entidades da sociedade civil, na CLDF, alegando que vivemos em um País democrático. “Acreditamos que as coisas serão elucidadas, até porque quem nos conhece há muito tempo, sabe nosso trabalho, mas para quem teve todo o trabalho de ler o processo e o inquérito, sabe que o alvo do inquérito, com certeza não é a Câmara Legislativa. Essa crise na Casa é muito grave, mas temos uma perspectiva de normalidade. E que o Poder Legislativo seja respeitado em sua integralidade”, concluiu Celina.

Ascom da deputada Celina Leão

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TRP lança limpador de para-brisa no mercado de reposição

• Produto está disponível para caminhões e ônibus de todas as marcas  no mercado nacional

 • A distribuição e manutenção da linha multimarcas da PACCAR Parts estão sob responsabilidade da rede de concessionárias DAF
 A partir deste mês a marca TRP, divisão de peças multimarcas da PACCAR Parts, líder global em distribuição de peças e atendimento qualificado aos clientes, começa a comercializar novos limpadores de para-brisa no mercado brasileiro. As palhetas já estão disponíveis para compra e atendem diversos modelos de caminhões e ônibus presentes no mercado local.
Os novos limpadores possuem garantia PACCAR de 90 dias¹. As peças são comercializadas por meio da rede de concessionárias DAF, atualmente com 21 unidades no Brasil. Todas receberam treinamento do DAF Academy e estão aptas para receberem os veículos multimarcas.
“Uma de nossas principais preocupações é oferecer produto de alta qualidade para nossos clientes. Os limpadores de para-brisa TRP foram desenvolvidos com rígidos processos de qualidade, com o objetivo de tornar o produto extremamente sólido e resistente. Temos muita confiança em nosso portfólio e estamos satisfeitos com os resultados e feedbacks que estamos recebendo dos clientes”, comenta Amanda Schainer, Gerente de Marketing da PACCAR Parts Brasil.
Atualmente, a TRP também oferece na rede de concessionárias óleos e lubrificantes, filtros, lonas de freio, embreagens, lâmpadas e acessórios.
Marca TRP
A linha TRP é composta por peças de reposição universais, que podem ser utilizadas em caminhões, carretas e ônibus de todas marcas atuantes no país. A marca elegeu a rede de concessionárias DAF como representante de distribuição no país Brasil devido ao rígido padrão de qualidade, treinamento e capacitação no fornecimento de peças da marca.
Um dos principais objetivos da TRP é facilitar o dia a dia do transportador. Dessa forma, os serviços de oficina de toda a frota podem ser realizados em um só lugar, com produtos de qualidade, mão de obra qualificada, ferramental de última geração e garantia PACCAR para as peças.
Confira o regulamento completo e as condições de garantia em uma concessionária DAF.
Desde 1973, a PACCAR Parts é uma divisão do Grupo PACCAR e tornou-se a principal distribuidora de peças e serviços para caminhões, carretas e ônibus do mundo. No Brasil, sua sede é em Ponta Grossa (PR), utilizando a rede de concessionárias DAF como principal canal de vendas. O portfólio de produtos da empresa é composto pelas marcas: Peças Genuínas DAF, Peças Genuínas PACCAR e as linhas multimarcas TRP.
Fonte:BRCom Comunicação Corporativa
Assessoria de Imprensa da PACCAR Parts
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Acompanhe ao vivo a defesa de Dilma no Senado

Começa agora o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado Federal O que se pretendeu foi a afirmação do 'quanto pior melhor' 0h12   hs                       

 "A ameaça mais assustadora é congelar por inacreditáveis 20 anos as despesas com saúde, educação, saneamento e habitação"Começa agora o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado Federal. Ela está sentada ao lado do seu advogado de defesa, José Eduardo Cardozo. 
10h13 -  "Não se procurou discutir e aprovar a melhor proposta para o País.
10h09 - "O que pretende o governo interino, se transmudado em efetivo, é um verdadeiro ataque às conquistas dos últimos anos"
10h07 - "Nas eleições, o programa de governo vencedor não foi este agora desenhado pelo Governo interino e defendido pelos acusadores", discursa Dilma
10h06 - "O que está em jogo são as conquistas dos últimos 13 anos: os ganhos da população, das pessoas mais pobres e da classe média" 
10h06 - "O q está em jogo no impeachment não é apenas o meu mandato. É o respeito às urnas, à vontade do povo e à Constituição"
10h02 - "Hoje o Brasil, o mundo e a história nos observam e aguardam o desfecho deste processo de impeachment"
10h00 - "Venho para olhar nos olhos de Vossas Excelências, e dizer que não cometi crime de responsabilidade"
9h59 - "Exercendo a Presidência da República tenho honrado o compromisso com o meu País, com a Democracia, com o Estado de Direito" 
9h59 - "Na luta contra a ditadura, recebi no meu corpo as marcas da tortura. Amarguei por anos o sofrimento da prisão".
9h58 - "Não mudei de lado. Apesar de receber o peso da injustiça nos meus ombros, continuei lutando", discursa Dilma.
9h55 - "Entre os meus defeitos não está a deslealdade e a covardia. Não traio compromissos, princípios e os q lutam ao meu lado",discursa Dilma. 
9h55 - Lewandowski cumprimenta Dilma por sua "disposição" em comparecer ao Senado.


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