segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Apesar do resultado histórico, atletas não atingem meta do COB

A medalha de ouro conquistada pela seleção masculina de vôlei encerrou a participação brasileira no pódio das Olimpíadas Apesar do apoio maciço da


torcida e de jogarem em casa, os atletas não conseguiram bater a meta estabelecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), de terminar as Olímpiadas entre os dez maiores medalhistas no quadro geral, independentemente das cores. Contudo, a performance brasileira nesses Jogos ainda assim foi a melhor da história.
A medalha de ouro conquistada pela seleção masculina de vôlei encerrou a participação brasileira no pódio das Olimpíadas, conquistando um total de 19 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze. O número deixou o Brasil com a 13ª colocação, à frente da Espanha (14º) e atrás da Hungria (12º). Em décimo ficou a Austrália, com 29 medalhas no total, sendo oito de ouro, 11 de prata e dez de bronze. Os líderes do quadro de medalhas, com folga, foram os Estados Unidos, que conquistaram 121 medalhas, sendo 46 de ouro, 37 de prata e 38 de bronze. Em segundo lugar ficou a Grã-Bretanha, com 67 medalhas, sendo 27 de ouro, 23 de prata e 17 de bronze. O pódio ficou completo com a China, que conseguiu 70 medalhas, sendo 26 de ouro, 18 de prata e 26 de bronze.

Antes da Rio-2016, o diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou que o Brasil tinha condições de lutar por 22 a 29 medalhas e de cumprir a meta. Apesar das esperanças, desde o dia 18 já se sabia da possibilidade remota de o país alcançar o objetivo estabelecido, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.
As Olimpíadas do Rio de Janeiro tiveram um investimento financeiro com verba pública de R$ 3,68 bilhões. O jornal aponta que nos últimos quatro anos, o valor considera as verbas provenientes do Ministério do Esporte (R$ 2,11 bilhões), Lei Piva, que destina parte da arrecadação das loterias para o desporto olímpico e paraolímpico (R$ 700 milhões), estatais (R$ 650 milhões) e Forças Armadas (R$ 217 milhões). No ciclo anterior (Pequim-2008 a Londres-2012), o investimento foi de quase R$ 2 bilhões.





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