Outubro Rosa: Casapark promove live com tema Outubro Rosa

No Instagram @casapark, Fernando Maluf e Moema Leão participam de live sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. 

Na entrada Principal, ação social com a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília.

No mês em que o mundo se une para alertar a população sobre a importância do autoexame para detectar o câncer de mama nos primeiros estágios, o casapark entra na campanha do Outubro Rosa com casapark solidário, live com especialista e ações informativas. No dia 20, às 20h, a empresária Moema Leão e o médico oncologista Fernando Maluf, referência no tratamento de pacientes com câncer de mama participam de uma Live no Instagram @casapark. O público poderá participar da ação com doações para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (RFCC), que ajuda instituições que tratam de mulheres com câncer de mama.

Desde o dia 1º de outubro, o casapark apoia a campanha do Outubro Rosa com a inserção do laço cor de rosa, símbolo da campanha, em posts nas redes sociais do empreendimento. Também foi instalado um ponto de coleta de doações para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília como parte da ação social casapark solidário. 

“Precisamos envolver cada vez mais pessoas nas ações que buscam esclarecer sobre um tema importante, que afeta muitas mulheres em Brasília e no mundo, além de ajudar organizações que apoiam e levem conforto aos pacientes e seus familiares”, ressalta Ivana Valença, diretora de marketing do casapark. A partir da segunda quinzena, mergulhamos na campanha com ações que visam informar sobre a importância do autoexame e do diagnóstico precoce, que ajuda a salvar muitas vidas, e também com o casapark solidário que apoia instituições que trabalham na linha de frente do atendimento aos pacientes e familiares”, completa a diretora.

 Live casapark | Fernando Maluf + Moema Leão

Lidar com um diagnóstico de câncer de mama não é nada fácil. No entanto, com os avanços nas pesquisas de novos tratamentos médicos, a mudança de hábitos diários como alimentação e exercícios físicos e as constantes campanhas de autoexame e diagnóstico precoce, as mulheres afetadas pela doença têm mais chances de cura. É esse o eixo da Live entre o doutor Fernando Maluf e a empresária Moema Leão.

BSB: GDF amplia a oferta e zera fila de exames de mamografia

 Secretaria de Saúde conta com onze mamógrafos disponíveis e a oferta é bem maior do que a procura por exames

Para modernizar o atendimento, o GDF instalou no ano passado cinco novos mamógrafos digitais de alta resolução com estação de trabalho e que realizam procedimentos de biópsia. Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde

O Governo do Distrito Federal conseguiu zerar a fila para exames de mamografia na rede pública. Desde o ano passado, além de ampliar o atendimento para esse tipo de demanda, a Secretaria de Saúde investiu na qualidade do serviço com instalação de cinco novos mamógrafos digitais de alta resolução. O resultado foi a oferta de 14.118 vagas pela regulação até o final do mês de agosto deste ano para uma demanda de 7.596 exames de mamografia no mesmo período.

Para ampliar a oferta ainda mais neste Outubro Rosa, dedicado à prevenção e enfrentamento do câncer de mama, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), desde o dia 5 de outubro, voltou a fazer exames de mamografia, depois de 14 meses com o aparelho parado por problemas técnicos. Mais 20 vagas por dia passaram a ser oferecidas, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, com capacidade média para realizar 400 procedimentos por mês.

Sem fila de espera para a realização do exame no DF, facilita ainda mais o acesso das pacientes ao serviço e garante mais rapidez e segurança para os diagnósticos. A rede pública conta atualmente com 11 mamógrafos distribuídos por todo o Distrito Federal. Os exames são feitos nos hospitais de Base, Santa Maria, Taguatinga, Samambaia, Gama, Sobradinho, Ceilândia, Região Leste, Materno Infantil de Brasília, Universitário de Brasília, além da Central de Radiologia de Taguatinga.

O único mamógrafo que não funciona atualmente, na rede pública, é o do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), cujo conserto já foi solicitado e será realizado nos próximos dias. O atendimento, no entanto, não foi prejudicado em momento algum. Como a oferta é maior que a demanda e não há fila de espera, os exames de mamografia estão disponíveis a toda a população que mais precisa. A Secretaria de Saúde está ofertando uma média de mil vagas de mamografia por mês.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, destacou que o Governo do Distrito Federal tem trabalhado para melhorar cada vez mais o atendimento às mulheres. “O aumento da oferta de equipamentos para realização de mamografia fez com que o DF seja, hoje, capaz de ofertar exames para todas as pacientes do DF e do Entorno”, ressaltou.

Somente no Hospital de Base, no Hospital de Santa Maria e nas seis Unidades de Pronto-Atendimento (Upas) administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), a expectativa é atender mais de 1,1 mil mulheres com a campanha Outubro Rosa.

Centro Especializado

Uma das grandes expectativas para este mês é a entrega do primeiro Centro Especializado de Saúde da Mulher (Cesmu), também chamado de Clínica da Mulher. Ele irá concentrar as ações na Saúde da Mulher, no âmbito da atenção secundária à saúde. O objetivo é transformar a policlínica localizada na 514 Sul em um espaço do Cesmu para implementação da linha de cuidado em Atenção à Saúde da Mulher, incluindo especialidades médicas e não médicas e serviço de apoio às vítimas de violência para mulheres.

O espaço passou por uma pequena reforma, com adequações como a construção de banheiros anexados a consultórios para consulta em ginecologia; instalação de bancadas e armários; instalação de isolamento acústico, entre outros.

No centro serão disponibilizados serviços que atendam mulheres adultas, acima de 18 anos, em qualquer período do ciclo da vida, nos seguintes aspectos: acolhimento da gestante de alto risco referenciada; plano de parto (em casos de gestantes); acesso aos medicamentos necessários para Saúde da Mulher; encaminhamentos responsáveis; acesso a pré-natal de alto risco; acompanhamento puerperal especializado; ginecologia especializada; oncoginecologia; mastologia especializada; atendimento psicológico; entre outros serviços.

Entenda o fluxo

O primeiro atendimento é feito em uma unidade básica de saúde (UBS), que solicita os exames e faz o encaminhamento às unidades especializadas em caso de desconfiança de doença. Depois de solicitado o exame, a paciente entra para o sistema de regulação e pode aguardar de três a 30 dias para realizá-lo. A recomendação é informar aos menos dois telefones de contato.

As diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer de mama preconizam a oferta de mamografia para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos. Elas devem ser orientadas sobre riscos e benefícios do rastreamento mamográfico para que exerçam o seu direito de fazer ou não o exame de rotina. Mulheres com idade entre 35 a 40 anos devem realizar o primeiro exame para servir de parâmetro para as avaliações futuras.

Modernização

Para modernizar o atendimento, o Governo do Distrito Federal instalou no ano passado cinco novos mamógrafos digitais de alta resolução com estação de trabalho e que realizam procedimentos de biópsia. Os novos equipamentos garantem melhor qualidade de imagem e menor exposição à radiação.

Os mamógrafos adquiridos realizam esteriotaxia. Trata-se de um exame que serve para localizar nódulos não palpáveis ou microcalcificações. Nele, é realizado biópsia com retirada do material para estudo e verificação do diagnóstico.

As unidades que receberam o equipamento foram os hospitais de Sobradinho, Taguatinga, Materno Infantil de Brasília, Base e o Centro de Radiologia de Taguatinga. Além disso, o Hospital da Região Leste (HRL, antigo Hospital do Paranoá) também recebeu no ano passado um aparelho com contrato de manutenção regular, o que permite uma continuidade nos exames oferecidos à população.

*Com informações da Secretaria de Saúde



Outubro Rosa: A importância da mamografia no combate ao câncer de mama

Exame permite diagnóstico precoce. Segundo especialista, se descoberta no início, o tratamento é menos agressivo

Outubro é sinônimo de campanha de conscientização contra o câncer de mama, mas, mais que isso, é mês de ação. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil – no país, fica atrás apenas do de pele. A patologia responde, atualmente, por cerca de 28% dos novos casos de tumores em mulheres. Outro dado, do Instituto Nacional de Câncer (INCA), revela que 1 em cada 8 mulheres desenvolverão a enfermidade ao longo da vida. São estimadas, até o fim deste ano, mais de 66 mil novas ocorrências.  Os números são preocupantes, no entanto, o autoexame e a mamografia possibilitam um diagnóstico precoce, o que aumenta, significativamente, a chance de cura.

De acordo com a médica radiologista, com especialização em mama, Mariana Mendes, apesar de eficaz, só o autoexame não é suficiente. “A maioria das pessoas acredita nisso, quando ele só detecta o nódulo quando este já tem, pelo menos, um centímetro de diâmetro. Já a mamografia e a ressonância magnética de mama podem detectar tumores muito menores, em um estágio inicial da doença”, explica a especialista da Perfecta Diagnóstico por Imagem. No ano passado, uma pesquisa, realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a farmacêutica Pfizer, revelou que 77% das mulheres e 79% dos homens brasileiros acham que basta o toque para detectar o tumor. O estudo foi feito por meio de entrevista online com 2 mil pessoas de diferentes regiões do país, com 52% de mulheres e 48% de homens, entre os participantes.

O Colégio Brasileiro de Radiologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia dizem que todas as mulheres entre 40 e 69 anos devem realizar o exame uma vez por ano.  Pacientes de alto risco devem iniciar o rastreamento antes dos 40 anos e mulheres acima de 70 anos necessitam avaliação individualizada. Mendes faz questão de ressaltar que a mamografia é um exame de padrão ouro e insubstituível.  “É a melhor opção para ser feito o rastreamento inicial do câncer de mama. Permite identificar pequenas lesões em fase precoce, como, por exemplo, nódulos, calcificações e distorções do tecido mamário mesmo antes de serem detectadas na palpação. Quando descoberta no início, as chances de cura aumentam consideravelmente e os impactos da doença são minimizados, permitindo um tratamento precoce e menos agressivo. ”

Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, o Dr. Philipe Cavalcanti conta que, na Perfecta, são realizados vários exames dessa especialidade. O médico deixa claro que o exame utiliza baixa dose de radiação e, quanto a isso, não há motivos para se preocupar. “O risco associado à exposição radiológica é mínimo, principalmente, quando comparado com o benefício: Prevenção do Câncer de Mama. Na nossa clínica, todos os equipamentos radiológicos possuem tecnologia Smart Dose, que reduz em até 40% o nível de radiação durante os exames”. Em relação a dor, ele explica que esta é relativa em cada pessoa. “Algumas pacientes sentem um desconforto. Recomendamos fazer a mamografia entre o sétimo e 14º dia do ciclo, pois nesse período a mama está menos sensível e dolorida”.

Amigos da Saúde

Para proteger os pacientes e profissionais de saúde da infecção pelo COVID-19, os Amigos da Saúde adotaram um Guia de procedimentos, o POP (Procedimento Operacional Padronizado), no ar desde o início do projeto, O POP Amigos da Saúde visa padronizar as ações de proteção, segurança e responsabilidade com a saúde dos pacientes e profissionais da área. A parceria entre o Hospital Urológico de Brasília, a Perfecta Diagnóstico por Imagem, a Otorrino DF e o Visão Hospital de Olhos leva qualidade aliada a protocolos de segurança a todos os brasilienses.

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Serviço

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Telefone: (61) 3245 5872

Visão Hospital de Olhos

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Teleorientação e Oftalmo Home Care.

Telefone: (61) 3038-8001

Otorrino DF

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Atendimento de domingo a domingo, inclusive feriados e telemedicina

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