Politica: Governo lança programa para mapear genoma de 100 mil brasileiros


Banco de dados vai estruturar medicina de precisão no país

O governo federal lançou nesta quarta-feira (14), no Palácio do Planalto, o Programa Nacional de Genômica e Saúde de Precisão, batizado de Genomas Brasil. A cerimônia contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro; do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello; além de diversas outras autoridades. O principal objetivo do programa é a criação de um banco de dados nacional com 100 mil genomas completos de brasileiros, nos próximos anos. 

O projeto sequenciará genes de portadores de doenças raras, cardíacas, câncer e infectocontagiosas, como a covid-19. A escolha das doenças levou em conta a quantidade de casos no país e o alto custo que geram ao Sistema Único de Saúde (SUS), segundo informou o Ministério da Saúde.

"Com o conhecimento do DNA de nossa população, poderemos entender a relação entre o código genético e as doenças. Poderemos, inclusive, desenvolver um tratamento específico para uma única pessoa ou para um grupo de indivíduos que possuam a mesma informação genética", explicou Hélio Angotti Neto, secretário de ciência, tecnologia, inovação e insumos estratégicos em saúde da pasta.

Por ser constituído por uma população altamente miscigenada, com traços genéticos de diferentes etnias, como africanos, ameríndios, europeus e asiáticos, o mapeamento do genoma dos brasileiros pode dar um impulso no conhecimento genético em escala global. Os avanços na ciência genômica foram feitos com base no código genético de populações caucasianas, principalmente europeus e seus descendentes diretos, que representam cerca de 80% de toda a informação disponível no mundo sobre o genoma humano.

"Para que isso seja possível, vamos criar aquilo que será um dos maiores bancos de dados de genomas do planeta, trazendo a diversidade que falta para os bancos que já existem", acrescentou o secretário.

Para o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o Brasil está atrasado na corrida internacional pelo sequenciamento do genoma humano e o programa deverá estruturar a posição no Brasil no setor. "Precisamos correr atrás do prejuízo. Estamos efetivamente focados em buscar o mapeamento do DNA de 100 mil brasileiros em quatro anos. Isso vai nos dar capacidade de medicina de precisão. Pra deixar claro, nós precisamos dar o remédio certo, na dose certa, para aquela pessoa em que o remédio vai fazer efeito. Se não, nós não vamos estar fazendo a saúde que brasileiro merece em 2020 e 2021". 

"Agora, [o Ministério da Saúde] dá um grande passo para nós entrarmos na elite a questão do tratamento de doenças no Brasil, através desse projeto Genomas Brasil", celebrou o presidente Jair Bolsonaro, durante a cerimônia. 

Como vai funcionar

De acordo com o Ministério da Saúde, o Genomas Brasil vai trabalhar em três frentes para criar um cenário que permita implementar a saúde de precisão no SUS. A primeira fase visa fortalecer as áreas de ciência e tecnologia no Brasil, apoiando financeiramente a execução de pesquisas e formação de pesquisadores altamente qualificados. Para isso, a pasta firmou acordo com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) este ano em que disponibilizou mais de R$ 71 milhões do seu orçamento para viabilizar ações de fomento à pesquisa e à capacitação de pesquisadores.  

A segunda etapa visa estabelecer um projeto piloto de pesquisa para avaliar a viabilidade de implementação de serviço de genômica e saúde de precisão no SUS, além de qualificar os profissionais da rede pública para a medicina personalizada e de precisão. Os participantes da pesquisa que terão seus genomas sequenciados serão recrutados diretamente pelos serviços da rede pública que cuidam dos pacientes com doenças raras, cardiovasculares, oncológicas e infectocontagiosas do SUS. Esse projeto é inspirado no 100.000 Genomas do Reino Unido, iniciado em 2012.

A terceira fase consiste em fortalecer e estimular a indústria brasileira de genômica e saúde de precisão. O Genomas Brasil prevê a criação de um programa de pré-aceleração de startups, com o objetivo de estimular ideias inovadoras para a indústria nacional. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abrirá também uma chamada pública no valor aproximado de R$ 50 milhões para o sequenciamento genético da população brasileira, o apoio na estruturação do modelo de participação da iniciativa privada no financiamento e na pesquisa de saúde de precisão e o fomento a startups na área de genômica via Programa BNDES Garagem.

No Dia Nacional dos Surdos, governo lança o projeto Libras Gov

Presidente,Jair Bolsonaro e Michele Bolsoonar
Objetivo é criar sinais relacionados aos Poderes da República
No Dia Nacional dos Surdos, o governo federal lançou, nesta quinta-feira (26), o projeto Libras Gov, que vai criar novos sinais para a comunidade surda. A solenidade de lançamento da medida, no Palácio do Planalto, teve a presença do presidente Jair Bolsonaro, da primeira-dama Michelle, de ministros e diversas autoridades.
Iniciativa da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e do Ministério da Educação, o Libras Gov tem o objetivo de possibilitar, via Língua Brasileira de Sinais (Libras), o acesso de cidadãos surdos brasileiros, profissionais intérpretes de Libras, comunidade surda, entre outros, a termos específicos do governo federal e a informações relacionadas ao campo dos três Poderes que compõem a República Brasileira.
O projeto está dividido em diversas etapas e a primeira delas, apresentada durante a cerimônia, consiste na produção e divulgação de vídeos apresentando os sinais que identificam as pessoas e funções do presidente da República, do vice-presidente da República, da primeira-dama, da segunda-dama, de ministros de Estado e do porta-voz.  As demais autoridades serão incluídas nas fases seguintes do projeto. Os vídeos estarão disponíveis no portal e YouTube do Planalto, além das redes sociais do Governo Federal.
"Nesse projeto, todos terão acesso aos sinais criados por surdos que trabalham no governo e toda a sua equipe. Os surdos têm direito a adentrar às várias áreas do conhecimento", discursou, em Libras, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, traduzida por uma intérprete. O presidente Jair Bolsonaro não falou na solenidade. 
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, disse que uma das metas do governo é regulamentar a Lei Brasileira de Inclusão, aprovada em 2015. Ela classificou a cerimônia do Dia Nacional dos Surdos, com a presença do presidente da República, como um momento histórico. "Essa celebração aqui é para mandar um recado para o Brasil e para o mundo que nenhum surdo, nesse governo, ficará para trás", disse.

O presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro, participam da Solenidade do Dia Nacional dos Surdos e Lançamento do LibrasGOV
Presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle, participam do lançamento do projeto Libras Gov Valter Campanato/Agência Brasil

Homenagem 

O Dia Nacional dos Surdos, comemorado em 26 de setembro, é uma homenagem à criação da primeira Escola de Surdos do Brasil, em 1857, no Rio de Janeiro, conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), atualmente vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O mês de celebração é também chamado de Setembro Azul.
No Brasil, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como segunda língua oficial do país. Segundo dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem cerca de 10 milhões de pessoas surdas, o equivalente a 5% da população brasileira.
 fonte: Agencia Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-09/no-dia-nacional-dos-surdos-governo-lanca-o-projeto-libras-gov

Politica: No Dia Nacional dos Surdos, governo lança o projeto Libras

No Dia Nacional dos Surdos, o governo federal lançou, nesta quinta-feira (26),
o projeto Libras Gov, que vai criar novos sinais para a comunidade surda. A solenidade de lançamento da medida, no Palácio do Planalto, teve a presença do presidente Jair Bolsonaro, da primeira-dama Michelle, de ministros e diversas autoridades.
Iniciativa da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e do Ministério da Educação, o Libras Gov tem o objetivo de possibilitar, via Língua Brasileira de Sinais (Libras), o acesso de cidadãos surdos brasileiros, profissionais intérpretes de Libras, comunidade surda, entre outros, a termos específicos do governo federal e a informações relacionadas ao campo dos três Poderes que compõem a República Brasileira.
O projeto está dividido em diversas etapas e a primeira delas, apresentada durante a cerimônia, consiste na produção e divulgação de vídeos apresentando os sinais que identificam as pessoas e funções do presidente da República, do vice-presidente da República, da primeira-dama, da segunda-dama, de ministros de Estado e do porta-voz.  As demais autoridades serão incluídas nas fases seguintes do projeto. Os vídeos estarão disponíveis no portal e YouTube do Planalto, além das redes sociais do Governo Federal.
"Nesse projeto, todos terão acesso aos sinais criados por surdos que trabalham no governo e toda a sua equipe. Os surdos têm direito a adentrar às várias áreas do conhecimento", discursou, em Libras, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, traduzida por uma intérprete. O presidente Jair Bolsonaro não falou na solenidade. 
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, disse que uma das metas do governo é regulamentar a Lei Brasileira de Inclusão, aprovada em 2015. Ela classificou a cerimônia do Dia Nacional dos Surdos, com a presença do presidente da República, como um momento histórico. "Essa celebração aqui é para mandar um recado para o Brasil e para o mundo que nenhum surdo, nesse governo, ficará para trás", disse.
O presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro, participam da Solenidade do Dia Nacional dos Surdos e Lançamento do LibrasGOV
Presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle, participam do lançamento do projeto Libras Gov Valter Campanato/Agência Brasil

Homenagem 

O Dia Nacional dos Surdos, comemorado em 26 de setembro, é uma homenagem à criação da primeira Escola de Surdos do Brasil, em 1857, no Rio de Janeiro, conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), atualmente vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O mês de celebração é também chamado de Setembro Azul.
No Brasil, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como segunda língua oficial do país. Segundo dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem cerca de 10 milhões de pessoas surdas, o equivalente a 5% da população brasileira. 
 

AGU cria força-tarefa para atuar em ações contra desmatadores



Grupo vai atuar nos estados da Amazônia Legal


A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou hoje (24) a criação de uma força-tarefa para atuação especializada nas ações judiciais que tenham como objeto a defesa de políticas públicas ambientais prioritárias nos estados que compõem a Amazônia Legal. A atuação se dará por seis meses. As ações são contra desmatadores e demais infratores ambientais. 
De acordo com o advogado-geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça, que assinou a portaria que institui o grupo, inicialmente a atuação se dará em 12 ações de execução que foram propostas entre 2015 e 2019 contra grandes desmatadores. Juntas, elas concentram multas de R$ 206 milhões aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).  
“Estamos tirando essas ações de uma tramitação comum, rotineira no âmbito da Procuradoria Federal, e estamos trazendo para um grupo concentrado”, disse Mendonça, ao explicar que as ações foram escolhidas por terem a possibilidade de um impacto econômico imediato, pelos devedores serem conhecidos. 
A maioria das multas foi aplicada, segundo a AGU, a grandes latifundiários de Roraima, de Mato Grosso, do Pará e de Rondônia. 
“Independentemente de qualquer coisa, não podemos nos conformar com o estado em que estamos. Justo ou injusto, antigo ou recente, histórico ou não histórico, a AGU precisa dar a sua cota de contribuição”, disse Mendonça. “Estamos trazendo um grupo jurídico de elite e nós estamos dispondo o que temos de melhor de gestão da informação para localizar os bens e patrimônio desses devedores.”
Para atuar na força-tarefa, serão designados 15 procuradores da Procuradoria-Geral Federal, órgão da AGU que representa judicialmente autarquias como Ibama e ICMBio, e cinco da Procuradoria-Geral da União, que poderão atuar inclusive em regime de plantão, quando necessário.
Aos membros da força-tarefa caberá, segundo a AGU, responder a citações, intimações e notificações no âmbito das ações judiciais envolvendo fiscalizações do Ibama e do ICMBio; ajuizar e acompanhar processos movidos para que infratores reparem danos causados ao meio ambiente e paguem indenização; elaborar relatórios estatísticos e planilhas de controle sobre as ações e as decisões judiciais.
A atuação do grupo será avaliada no final do ano e ao final de seis meses, com o objetivo de melhorar a atuação e traçar estratégias para ações futuras. 

Incêndios na Amazônia 

A força-tarefa foi criada em um contexto em que a Amazônia está em destaque devido às recentes queimadas. Estimativa divulgada ontem (23) pelo coordenador de Prevenção e Combate a Incêndios do ICMBio, Christian Berlivek, mostra que 99% dos incêndios na Amazônia legal foram provocados por ação humana. Os casos ainda estão sendo investigados. 
Balanço do primeiro mês da Operação Verde Brasil, executada pelas Forças Armadas e autorizada pelo governo federal, em 23 de agosto deste ano, por meio da Garantia da Lei e da Ordem ambiental (GLO), mostram o combate de quase 900 focos de incêndio em toda a Amazônia Legal, região que envolve 9 estados brasileiros.
Ao todo, foram mais de R$ 36 milhões em multas aplicadas em atividades irregulares, como garimpo, extração de madeira e incêndios florestais. Mais de 60 pessoas foram presas ou apreendidas neste mês.
Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil   Brasília 

Politica: Bolsonaro deixa hospital em São Paulo e volta para Brasília



No entanto, o presidente só reassume o cargo na quarta-feira.

O presidente da República Jair Bolsonaro deixou o Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, às 15h de hoje (16), após dez dias de internação. A comitiva de Bolsonaro saiu do hospital com destino ao aeroporto de Congonhas, de onde embarca para Brasília.
Bolsonaro saiu sem falar com jornalistas e populares que aguardavam do lado de fora e assistiram à saída dos carros da comitiva. O tráfego na rua do hospital foi interrompido para a passagem do comboio.

Bolsonaro foi internado no hospital em São Paulo no dia 7 de setembro e a cirurgia de correção de uma hérnia incisional ocorreu no dia seguinte (8). Esta é a quarta vez que Bolsonaro se submete a uma cirurgia, desde que sofreu um atentando à faca, no dia 6 de setembro do ano passado, em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral.

Em Brasília, ele continuará o processo de recuperação, seguindo as orientações médicas relacionadas a dieta e atividade física.

Ainda por orientação médica, ele ficará afastado da presidência até quarta-feira, que será assumida nesse período pelo vice-presidente Hamilton Mourão.

O cirurgião-chefe do hospital Antônio Luiz Macedo disse que foi retirada a nutrição parenteral (endovenosa) do presidente hoje pela manhã, mas que ele continuará com a dieta cremosa em Brasília pelo menos até sexta-feira, quando a equipe médica deverá viajar para a capital para avaliar se Bolsonaro já poderá passar para a dieta pastosa. A expectativa do médico é de que o presidente possa voltar a se alimentar normalmente a partir de segunda ou terça que vem.

De acordo com Macedo, os exames médicos do presidente estão normais e o quadro dele “é muito bom”.

Com informação: Agência Brasil

Internacional: TV francesa mostra Macron, Piñera e Merkel criticando Bolsonaro



Os líderes políticos criticaram duramente a postura do presidente brasileiro
Um programa do canal de televisão francês CNews sobre os bastidores do encontro do G-7, no mês passado em Biarritz, na França, captou uma conversa entre os presidentes do Chile, Sebastián Piñera, da França, Emmanuel Macron e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, na qual o chefe de Estado francês critica duramente o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e conta com o endosso dos outros dois líderes presentes.

Na ocasião, Macron conversava com Piñera sobre a chancela do presidente Bolsonaro a uma ofensa contra sua esposa, Brigitte Macron. Quem iniciou o assunto foi Piñera, que classificou como "incrível" o pronunciamento de Macron na coletiva de imprensa na qual o presidente francês afirmou que era triste, sobretudo para as mulheres brasileiras, que um presidente se comportasse daquela maneira. "Claro, eu tinha que reagir, você entende?", responde Macron a Piñera, que afirmou concordar com ele.

"Eu queria ser pacífico, queria ser correto, construtivo com o 'cara' e respeitar sua soberania", continuou Macron. "Mas eu não poderia aceitar isso", explicou. Nesse momento, a chanceler alemã se aproxima da roda e exclama "não!", condenando os comentários de Bolsonaro.

A conversa, no entanto, não terminou ali. Macron desabafou sobre o imbróglio envolvendo seu ministro das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, quando ele esteve no Brasil e teve seu encontro cancelado com Bolsonaro porque o presidente brasileiro precisava cortar o cabelo. "Você sabe que, quando meu ministro de Relações Exteriores foi lá?", indagou o presidente francês a Piñera, complementando: "Ele deveria recebê-lo e cancelou no último minuto para ir cortar seu cabelo. E filmou a si mesmo. Desculpe. Mas isso não é a atitude de um presidente", afirmou o líder francês.

Meio Ambiente: 'Histeria injustificada', diz chefe de embaixada sobre a Amazônia


O chefe da embaixada do Brasil nos EUA falou sobre a repercussão das queimadas e desmatamento na Amazônia.

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) O encarregador de negócios da embaixada do Brasil nos EUA, Nestor Forster, alinhou publicamente seu discurso ao do Planalto e disse nesta quarta-feira (28) que é "desonesto" relacionar as queimadas na Amazônia à política ambiental do governo Jair Bolsonaro. Segundo o embaixador, a repercussão internacional negativa dos incêndios na floresta é uma "histeria injustificada."
Em entrevista para a NPR (Rádio Pública Nacional, na sigla em inglês), Forster afirmou que a Amazônia não deve servir apenas para o turismo de europeus e que o problema na região é ambiental e não político.

"No último mês de junho tivemos a maior operação conduzida contra desmate ilegal. A maior já feita, em junho, antes da primeira manchete dizendo que a Amazônia está queimando e toda essa histeria injustificada, se me permite dizer", afirmou Forster.

"Baseado em fatos, se as queimadas estão dentro da média dos últimos 15 anos, por que toda a gritaria agora? Tentar ligar isso ao presidente Bolsonaro parece desonesto para mim."

Próximo ao ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e ao polemista Olavo de Carvalho, guru ideológico do governo, o diplomata era o favorito para assumir a embaixada brasileira em Washington antes de Bolsonaro anunciar que indicará seu filho mais novo, Eduardo, para o posto.

Assim como o presidente, Forster afirmou que as queimadas fazem parte de um "fenômeno sazonal que acontece na época mais seca na Amazônia", com números dentro ou até mesmo abaixo da média dos últimos anos, mas que o governo reconhece a gravidade do cenário.

"O presidente Bolsonaro fez um pronunciamento à nação na última sexta-feira na televisão dizendo que mobilizaria 43 mil tropas para prover suporte logístico para os que estão em campo lutando contra o fogo."

Segundo dados do próprio governo, porém, o desmatamento cresceu e os focos de incêndio aumentaram 82% em relação ao ano passado e eram os maiores dos últimos sete anos no período que abrange janeiro a agosto. 

Bolsonaro tem sido acusado pelos adversários de estar conduzindo uma política ambiental negligente, com diminuição das multas e fiscalização.

Mas o mandatário brasileiro sustenta a tese de que há um interesse internacional na floresta e se escora na teoria de soberania nacional para defender os interesses da região.

Na entrevista desta quarta, o embaixador em Washington ecoou a mesma linha e disse que não quer ver a Amazônia "rodeada de grandes fãs europeus com dinheiro que vão durante as férias visitar a fauna exótica enquanto 25 milhões de brasileiros estão lá sem oportunidade."

As queimadas na Amazônia levaram o Brasil ao centro de críticas de diversos países da Europa, liderados pelo presidente francês, Emmanuel Macron. Ele afirmou que as queimadas eram uma crise internacional e que o G7, grupo de países ricos e industrializados, deveria discutir as soluções do problema durante reunião no fim de semana passado.

Macron anunciou uma ajuda de R$ 83 milhões para o combate às queimadas ao final da cúpula, o que foi inicialmente recusado por Bolsonaro. O presidente brasileiro, porém, voltou atrás e disse que aceitaria o dinheiro se Macron retirasse o que considerava como "insultos" à soberania brasileira.

Forster, por sua vez, disse que o país está aberto à cooperação internacional "desde que não tenha nós atados." "Não gostamos de ver pessoas com 'a Amazônia pertence ao mundo, à humanidade". Não, a Amazônia dentro das fronteiras brasileiras, pertence aos brasileiros."

Politica: Em meio à crise, Bolsonaro termina noite de sexta em show de stand up


Compromisso não estava na agenda oficial do presidente. Humorista divulgou presença do presidente e da primeira-dama pelas redes sociais

Em meio à crise internacional envolvendo queimadas na Amazônia, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu terminar a noite de sexta-feira (23/08/2019) em um show de stand up do humorista Jonathan Nemer. O compromisso não estava na agenda oficial do presidente. O show começou às 20 horas no Teatro da Caesb, em Águas Claras, cidade próxima a Brasília.

O pronunciamento em que Bolsonaro defende o combate às queimadas na Amazônia foi gravado na tarde dessa sexta-feira no Palácio do Planalto e veiculado a partir das 20h30.

Nemer publicou uma foto nas redes sociais ao lado de Bolsonaro e da primeira-dama Michelle. “Com muita alegria que recebo esse casal top em meu stand up desta noite… Sejam muito bem-vindos Sr. presidente Jair Messias Bolsonaro e primeira-dama Michelle Bolsonaro“, escreveu na legenda.

Um dos filhos do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), comentou a publicação dizendo que tentou ir ao show, mas não encontrou data disponível.

Variedade: Bolsonaro participa neste sábado da Marcha para Jesus em Brasília


Brasília recebe neste sábado (10) mais uma edição da Marcha Para Jesus, que neste ano tem como tema “Juntos Marchando pela Família e pelo Brasil”.

O evento contará com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, além de outras autoridades.
A concentração terá início às 8h, na Praça do Buriti, com roteiro seguindo pelo Eixo Monumental, passando pela Torre de TV, Rodoviária do Plano Piloto, até chegar na Esplanada dos Ministérios. Ao longo do percurso os participantes terão momentos especiais de louvor, canto e oração. 

Na Esplanada haverá uma estrutura digna dos maiores festivais de música, que reunirá estrelas do mundo Gospel, como Anderson Freire, Davi Sacer, Arena Louvor, Lilian Duarte e Banda Stone. 

Considerada como uma das mais expressivas manifestações do calendário cristão evangélico anual do país, a Marcha para Jesus de Brasília apresentará aos milhares de fiéis a Palavra ministrada por lideranças religiosas e uma reflexão coletiva sobre o posicionamento da igreja no Brasil. 
A Marcha para Jesus de Brasília é realizada pelo Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal (Copev/DF) e conta com o apoio da Federação Nacional de Igrejas Cristãs (Fenaic), A Federação dos Cantores Evangélicos do Distrito Federal (FACEV), do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp) e da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Concepab).

SERVIÇO

Marcha Para Jesus de Brasília 2019
Quando: Sábado,10 de Agosto
Onde: Concentração em frente ao Palácio do Buriti, no Eixo Monumental
Horário: 8h
Maiores informações: 61-3322.7301 e 61-3468-5695

Politica:Projeto altera texto da Lei de Responsabilidade Fiscal para melhorar arrecadação e evitar sonegação fiscal

De autoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), PLP 158/2019 detalha medidas para instituição, previsão e efetiva
arrecadação de tributos

O Senado analisa proposta que altera o texto da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e cria mecanismos para dar mais eficiência à arrecadação de tributos no país. De autoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), o PLP 158/2019 dá nova redação ao artigo 11 da LRF e detalha os princípios e as ações pertinentes ao exercício integral da competência tributária.

O projeto determina, por exemplo, que estados, Distrito Federal e União especifiquem quais são os tributos de competência de cada ente da federação para dar mais eficácia à cobrança, com redução da sonegação fiscal e da isenção de impostos.

Para Anastasia, a mudança estimula o aperfeiçoamento da legislação tributária brasileira e é oportuna, em momento de “grave” crise fiscal de estados e municípios. “A administração pública deve enfrentar essa grave crise com grande esforço, cobrando corretamente os seus tributos. Claro, sem exagero e ônus a mais do que deve ser, mas instituindo aqueles tributos que a Constituição Federal outorga aos municípios e estados”, justifica.

A proposta sugere, por exemplo, que os entes da federação instituam um cronograma anual de fiscalização tributária que contemple ações para atingimento das metas de arrecadação e de combate à evasão e sonegação fiscal. Outra medida sugerida é o estabelecimento de uma rotina de monitoramento e controle para checar o cumprimento desse cronograma. Os entes também devem formar um quadro de pessoal capacitado para a fiscalização tributária e uma estrutura de trabalho equipada e informatizada.

“Essa mesma estrutura deve permitir a qualificação dos servidores e evitar a concessão de benefícios e privilégios a pessoas físicas ou jurídicas, de tal modo a estabelecer uma justiça tributária, para o aperfeiçoamento da prestação dos serviços públicos. E os serviços públicos só podem ser bem prestados se tiverem lastros na arrecadação tributária”, defende Anastasia.

Peça orçamentária

O projeto de lei complementar também prevê alterações na forma como a Lei Orçamentária Anual (LOA), elaborada pelo Executivo para definir as despesas e receitas para o próximo ano, é estimada. O objetivo é aprovar para o exercício seguinte uma peça orçamentária mais perto da realidade de arrecadação e gastos do governo. 

A orientação é de que estados e municípios devem evitar superestimar a LOA. O vice-presidente da  Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), Renato Rainha, faz uma comparação simples: “nas contas pessoais, estimar ganhar R$ 100 milhões em um ano, mas ganhar apenas R$ 100 mil pode colocar os gastos em risco”.

Para aprovar uma previsão razoável, a proposta do senador Anastasia estabelece a análise do histórico do comportamento da receita dos últimos cinco anos para garantir uma proximidade com a realidade de arrecadação. “O projeto determina o correto planejamento para evitar peças orçamentárias com superestimativas. Acho a proposta muito interessante porque traz algumas determinações de forma mais específica. Isso vai ajudar muito na arrecadação e nos gastos dos recursos públicos”, avalia Rainha.

Atualmente, o PLP 158/2019 aguarda tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Agencia EBC: Repórter Paulo Henrique

Politica: Governo bloqueia R$ 1,4 bilhão do Orçamento

Os técnicos da área econômica identificaram um descompasso em relação ao que estava previsto para as receitas e as despesas do ano.

O enfraquecimento da atividade econômica e a piora na previsão de arrecadação levou o governo a anunciar nesta segunda-feira (22) um novo bloqueio no Orçamento. De acordo com o Ministério da Economia, o corte será de R$ 1,442 bilhão no Poder Executivo.

 Na última quinta-feira (18), a Folha de S.Paulo antecipou que os cálculos da equipe econômica convergiam para a necessidade de um contingenciamento entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões.

Na prática, ao avaliar o andamento da execução orçamentária, os técnicos da área econômica identificaram um descompasso em relação ao que estava previsto para as receitas e as despesas do ano. Como esse desfalque pode levar ao estouro da meta fiscal de 2019, atualmente fixada em déficit de R$ 139 bilhões, o governo é forçado a bloquear recursos inicialmente previstos para ministérios.

Neste mês, o Ministério da Economia anunciou um corte pela metade na projeção de alta do PIB de 2019, de 1,6% para 0,81%. O enfraquecimento da economia tem impacto negativo nos cálculos das estimativas de arrecadação. Na revisão dos dados, o governo estimou que a receita neste ano ficará R$ 5,9 bilhões abaixo do valor previsto há dois meses. A projeção de despesa caiu menos, R$ 3,5 bilhões.

A pasta não informou qual ministério será mais impactado pelo contingenciamento. Um decreto com o detalhamento do corte será editado apenas na próxima semana.Em março, o governo já havia feito um bloqueio de aproximadamente R$ 30 bilhões no Orçamento.

A redução de recursos na área da Educação levou a uma onda de protestos em maio. No mesmo mês, ao divulgar fazer nova revisão das contas, o governo anunciou o desbloqueio de parte da verba dessa área.

Na apresentação de maio, a equipe econômica evitou um novo contingenciamento ao usar uma reserva orçamentária destinada a situações de emergência para suprir as perdas.

Agora, entretanto, a maior parte desse colchão de recursos foi perdida. Isso porque, além do gasto com o ajuste das contas em maio, a reserva foi consumida por outras demandas ministeriais, inclusive o pagamento de emendas parlamentares.

Ao fim do primeiro bimestre deste ano, a reserva orçamentária somava R$ 5,4 bilhões. O valor que havia sobrado, abaixo de R$ 809 milhões, foi totalmente usado para amortecer o bloqueio. Sem esse uso, o corte anunciado nesta segunda teria sido maior, de R$ 2,251 bilhões.

Nos últimos dias, técnicos do Ministério da Economia tentaram estudar artifícios que pudessem reduzir a necessidade do bloqueio ainda mais. Ideias de remanejamento de recursos de ministérios foram apresentadas, mas acabaram não sendo colocadas em prática.

Politica: Maia diz que incluir estados na reforma da Previdência pode prejudicar votação

Ele defendeu a manutenção dos policiais no texto, sinalizando para a sociedade que a reforma é igual para todos
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (5), que a inclusão de estados e municípios na PEC da reforma da Previdência não será possível, já que isso pode prejudicar a votação do texto em Plenário, marcada para esta terça-feira. Segundo ele, essa mudança pode tirar cerca de 60 votos da reforma.
“Cada governador tem sua realidade. Alguns compreenderam que é mais fácil assumir esse enfrentamento nas suas assembleias do que votar a favor de uma reforma encaminhada pelo governo Bolsonaro”, ponderou.
Joana Tess/@eujoanatess
Rodrigo Maia - entrevista coletiva
Maia dá entrevista coletiva antes de participar de evento em São Paulo
Ainda sobre o assunto, Maia disse acreditar que a retirada dos policiais do texto pode sinalizar para sociedade que a reforma não é igual para todos. Segundo Rodrigo Maia, o esforço feito pelos deputados foi garantir uma proposta na qual todos contribuam. Para ele, aprovar a retirada de uma categoria do texto pode gerar um efeito dominó ao longo da votação e inviabilizar a reforma da Previdência. O presidente disse que os policiais querem a integralidade e a paridade, mas que isso não vai ser possível.
“Espero que não haja mudanças. O texto do relator foi muito negociado, espero que não tiremos nenhuma categoria do Plenário, para manter o discurso de que todos vão contribuir com esse esforço”, disse.
Maia informou que vai se reunir com líderes neste fim-de-semana para organizar o procedimento de votação e a contagem dos votos. A expectativa, segundo o presidente, é começar a votação na terça-feira (9). Segundo ele, a sociedade compreendeu a importância da reforma para garantir o equilíbrio fiscal do País e o pagamento das futuras aposentadorias e salários.
“É o resultado da maturidade da sociedade brasileira, os deputados estão preparados. Se existem os 308 votos é porque os eleitores dos deputados compreenderam que esse sacrifício vale a pena”, afirmou.


Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Ana Chalub

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias' 

Politica: Experiência da Câmara dos Deputados com dados abertos é elogiada pela União Interparlamentar

Organização com sede em Genebra, na Suíça, é composta por 179 nações e visa mediar contatos multilaterais dos parlamentos.

A experiência da Câmara dos Deputados com o uso de dados abertos foi destacada como exemplo de transparência e de interação com a sociedade pela União Interparlamentar - organização com sede em Genebra, na Suíça, que tem como objetivo mediar contatos multilaterais dos parlamentos.
“Vários parlamentos fizeram grandes investimentos nos últimos anos para disponibilizar ao público informações parlamentares em formatos de dados abertos, para aumentar a transparência e facilitar a participação do público.

No entanto, o uso dos dados abertos tem sido freqüentemente limitado. A Câmara dos Deputados do Brasil decidiu, portanto, estabelecer uma estratégia de marketing para aumentar e diversificar o uso de seus dados”, diz a organização em texto publicado em sua página na internet.

Boas práticas
A organização, composta por 179 parlamentos, menciona as várias iniciativas adotadas pela Câmara dos Deputados desde 2006, quando lançou o Serviço de Integração Tecnológica (Sit-Câmara), um serviço on-line disponível apenas para usuários registrados e disponibilizado para todos em 2011 após a promulgação da Lei da Transparência. 

Cita, por exemplo o primeiro Hackathon, lançado em 2013, sobre o tema "Transparência legislativa e participação pública". A maratona hacker promoveu um concurso de criação de aplicativos para aumentar a transparência do trabalho parlamentar e ampliar a compreensão do processo legislativo.

De acordo com o texto, além do sucesso dos 24 aplicativos desenvolvidos durante o Hackathon, outro resultado importante foi um melhor entendimento dentro da equipe de dados abertos da Câmara sobre os prós e contras das informações publicadas, em termos de sua estrutura e formatos oferecidos. Outro Hackathon, em 2014, reuniu mais comentários e sugestões de usuários sobre as facilidades e dificuldades de trabalhar com os dados abertos oferecidos.

“Ao analisar as estatísticas de uso de dados abertos, comentários de participantes dos hackathons e avaliações apresentadas em estudos acadêmicos, a equipe de dados abertos percebeu que simplesmente disponibilizar os dados não era suficiente. Começou a aplicar diferentes iniciativas para melhorar o uso de dados, com o objetivo de ajudar a sociedade brasileira a participar do processo legislativo”, ressalta a organização.

O texto menciona ainda as mudanças no site da Câmara dos Deputados, iniciadas em 2017, com o objetivo de torná-lo menos formal e mais centrado no usuário para exibir os dados abertos. No mesmo ano, a Casa participou, pela primeira vez, da Campus Party e lançou o chamado "Desafio de Programação", no qual os participantes tiveram mais tempo (cerca de quatro meses) do que em hackathons (geralmente até quatro dias). “O tempo extra tende a fornecer mais aplicações bem pensadas e os prêmios oferecidos aos três finalistas ajudam a criar motivação. Ambos favorecem aplicações cativantes propensas a serem adotadas pelas pessoas, o que significa mais acesso às APIs e aos arquivos para download”, elogia.

A Câmara dos Deputados também começou a promover o Dados Abertos em eventos acadêmicos, com escolas e universidades. Para a União Interparlamentar, mostrar a esse público como fazer pesquisas usando dados legislativos tem sido uma maneira de melhorar o uso e obter resultados de e para a sociedade.

“A sociedade está mudando continuamente, forçando a Câmara dos Deputados a estar constantemente em contato com ela para atender às necessidades dos usuários. No final do dia, não é apenas uma questão de obter melhores estatísticas de uso de dados abertos, mas mais sobre como os dados abertos podem trazer maior conhecimento legislativo para as pessoas, melhorando a democracia brasileira como um todo”, conclui a entidade, que trabalha em colaboração com as Nações Unidas e outras organizações parceiras.
Com informações da Câmara Federal

Economia: Construção civil abre espaço para mulheres e emprega cerca de 27 mil trabalhadoras

MG: A tecnologia ajudou, modernizou equipamentos, reduziu esforços dentro dos canteiros de obras e fez com que o interesse das mulheres por cursos e especializações na construção civil crescessem no país. 

Em Minas Gerais, segundo o Sindicato da Indústria da Construção de Minas Gerais (Sinduscon-MG), com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o setor emprega aproximadamente 27 mil trabalhadoras no setor. Elas já somam cerca de 10% da mão de obra do segmento no estado.

Uma delas é Rosiane Lucindro, de 24 anos. A jovem cresceu vendo o pai nos canteiros de obras, executando projetos e erguendo prédios. Com aptidão para a área de exatas, logo se interessou pelo ramo da construção civil. Há cinco anos, Rosiane trabalha em uma empresa de engenharia, mas os sonhos são mais altos. No ano passado, ela investiu em um curso de técnico em edificações no SENAI em Belo Horizonte. “Fiz o curso procurando melhorar profissionalmente, ganhar uma promoção”, contou.

O objetivo de Rosiane também é se manter empregada, em um cenário nacional preocupante, em que há de 13 milhões de desempregados, segundo dados do IBGE. Além disso, com mais homens no mercado brigando pela vaga, ter qualificação é um diferencial. “Nós mulheres, hoje em dia, estamos atrás de igualdade. Então, da mesma forma que homens são capazes de trabalhar em uma área da construção civil, a mulher igualmente consegue. Vejo em obras, no meu trabalho, que tem espaço. Tinha uma engenheira, ela mandava em tudo e eu via que todo mundo a respeitava, mas claro que ainda não é como o sexo masculino, ainda tem uma diferença bem grande”, comparou.

A construção civil é responsável por 22,5% da indústria mineira, que representa um quarto da participação do PIB local, segundo dados do IBGE.

CURSOS TÉCNICOS
Na avaliação da deputada federal Greyce Elias (Avante-MG), SESI e SENAI têm papel fundamental no fortalecimento da mão de obra qualificada e considera que os cursos técnicos oferecidos no estado são uma forma de combater o desemprego.
 “Importante a gente estar fortalecendo o trabalho que o Sistema S tem feito em todo Brasil e é claro que a bancada feminina (da Câmara dos Deputados) dará todo apoio para que possamos continuar esse trabalho que já tem sido feito e precisa do nosso apoio para continuar sendo aprimorado em todo país”, afirmou a parlamentar.

Apenas no ano passado, o SENAI realizou mais de 2 milhões de matrículas em cursos de educação profissional e atendeu mais de 19 mil empresas por meio de serviços e consultorias. A instituição é administrada pela indústria, assim como o SESI, que presta serviços e assistência social aos trabalhadores, como a aplicação de vacinas.

Em Minas Gerais, as entidades possuem 42 unidades, além de 19 Unidades Móveis do SENAI que se deslocam pelo estado ofertando, por exemplo, cursos de automação industrial, soldagem e têxtil e vestuário. Para saber mais informações sobre os cursos ou se as estruturas itinerantes vão passar pela sua cidade, ligue para (31) 3263-4200 ou acesse fiemg.com.br/senai

Internacional: Presidente Jair Bosolnaro e Comitiva prestigia festa america do Independence Day

O presidente Jair Bolsonaro , com primeira dama Michele Bolsonaro,  e uma comitiva de  ministros  brasileiros, entre eles Sérgio Moro( justiça), Tereza Cristina ( agricultura) e Marcos Pontes )(ciência e tecnologia )estiveram ontem, 03 de julho, na embaixada americana para celebrar a grande festa do ” Independence Day”, que é uma data muito importante para todos os americanos. 

O Presidente Brasileiro e o Ministro de Relações Exteriores Ernesto Araújo, Discursaram, assim como o encarregado de negócios da embaixada no Brasil. 
O deputado Eduardo Bolsonaro também esteve presente no evento.

Em seu discurso Bolsonaro disse que esteve 2 vezes com o Presidente Americano Donald  Trump recentemente, afirmou as excelentes relações do Brasil com os EUA ,  que foram retomadas por seu governo, que segundo ele  não estavam tão boas nos últimos anos. Como de costume, fez sua crítica a esquerda brasileira e disse que o Brasil precisa tomar rumos maiores de crescimento e agradeceu o apoio dos EUA para a entrada do Brasil Na OCDE ( Grupo  35 países participantes que  produzem juntos mais da metade de toda a riqueza do mundo).
O Encarregado de Negócios dos EUA , William Popp também discursou e agradeceu e disse se sentir honrado com a presença do Presidente da  República, pela primeira vez na Data Nacional Americana em Brasília.O evento contou com muitas variedades de comidas americanas, e os convidados puderam saborear a famosa picanha americana , Hamburgueres feitos na hora, e  também uma grande variedade de bebidas e produtos vindos diretamente dos EUA para a comemoração da Data Nacional.
O 04 de julho é um feriado nacional nos  Estados Unidos. Esse dia marca a  Declaração da Independência de 1776 ano em que as  treze colônias  declararam a separação formal do  Império Britânico. O Dia da Independência é o feriado mais festejado dos Estados Unidos e têm forte influência sobre a cultura americana em geral, tendo sido retratado nos mais diversos veículos de mídia.O Dia da Independência é igualmente o dia nacional  dos Estados Unidos.
Fonte: "Brasilia In foco"



Politica: Abro mão da reeleição se Brasil passar por reforma política

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse na tarde de hoje (20), após participar da 27ª edição da Marcha Para Jesus, na capital paulista, que abriria mão da reeleição se o Brasil passar por uma séria reforma política. 

"Agora, se não tiver uma boa reforma política e o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos".
Durante seu discurso, Bolsonaro disse que o estado é laico, mas o presidente é cristão. "Vocês [evangélicos] foram decisivos para mudar o destino dessa pátria maravilhosa chamada Brasil. Todos nós compartilhamos dessa responsabilidade, onde primeiro Deus, depois a família respeitada e tradicional acima de tudo".

Aos evangélicos, Bolsonaro disse que todos sabem que o Brasil tem problemas sérios de ética, moral e economia, mas entende ser possível reverter essa condição.

"Podemos ser o ponto de inflexão mas entendemos que é possível fazer com que um dia o Brasil seja colocado no local de destaque que merece". 

Entrevista a jornalistas

Bolsonaro disse à imprensa que pegou o Brasil arrebentado economicamente e que o governo está trabalhando para reverter a situação. 

"Não há ato de corrupção no meu governo. Quem cria emprego não é presidente, é a iniciativa privada. Nós queremos que, uma vez que os empreendedores tenham confiança em nós, eles invistam", disse o presidente.

Bolsonaro tornou a minimizar o caso de vazamentos de supostas conversas do ministro da Justiça, Sergio Moro, e disse que Moro é um patrimônio nacional, responsável por um excelente trabalho após o que chamou de saque no Brasil, resultado da corrupção. "O juiz conversa com ambas as partes. Se é que é verdade aquilo, não vejo nada demais. Eu jamais vou inquiri-lo". 

Quando questionado sobre declarações do ex-ministro general Calos Alberto Santos Cruz de que há muita bobagem no governo, Bolsonaro disse que o general é página virada. "Ele integrou o governo por seis meses e nunca disse que tinha bobagem lá dentro."

O presidente ressaltou ainda que sobrevoou a cidade de Miracatu, no Vale do Ribeira, e verificou a existência de montanhas de grafeno (substância extraída de camadas superficiais de grafite e que, pelas suas propriedades físicas tem diversas aplicações tecnonológicas), matéria-prima que o mundo inteiro quer. "Falta uma tecnologia um pouco mais apurada para que se tire o grafeno de lá".

Marcha para Jesus
A Marcha para Jesus é aberta à população e tem como objetivo reunir igrejas cristãs do país e do mundo. O encontro começou com uma caminhada que saiu do estação Metrô Luz, na região central da capital paulista, às 10h, e seguiu em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. 

Participaram do percurso de 3,5 quilômetros, 10 trios elétricos acompanhados por mais de 3 mil caravanas de várias partes do país. O evento recebeu dezenas de bandas, cantores e cantoras do segmento gospel.

Edição: Fábio Massalli com informações da Agencia Brasil
 Tags: BOLSONARO MARCHA PARA JESUS SÃO PAULO REFORMA POLÍTICA REELEIÇÃO

Esporte: Brasil faz 2 a 0 no Catar. Bolsonaro no Mané Garrincha torcendo muito para a nossa seleção

Bolsonaro no Mané Garrincha torcendo muito para a nossa seleção
O amistoso vale como preparação para a Copa América, torneio que garante a vaga na Copa das Confederações em 2021;

A  Seleção Brasileira está em campo contra o Catar no Estádio Nacional Mané Garrincha. Sob o escândalo que envolve o principal jogador desta noite, Neymar Jr., o Brasil se prepara para a Copa América, torneio que garante a vaga na Copa das Confederações em 2021.
O primeiro gol da seleção saiu dos pés de Richarlison. Após cruzamento do lateral-direito Daniel Alves, o atacante cabeceou para o fundo das redes. Logo depois da jogada, Neymar saiu contundido e deixou o campo chorando de dor. Após sofrer algumas entradas mais duras, o camisa 10 foi substituído por Everton.

Aos 23 minutos do primeiro tempo, Gabriel Jesus ampliou o marcador. O jogador, que atua no Manchester City, marcou o segundo após passe de Richarlison. Muito superior ao adversário, a Seleção Brasileira mantém 70% da posse de bola.

Veja como foi escalada a seleção para o início da partida:

No estádio, os torcedores se dividem entre crítica e apoio a Neymar Jr. 

O principal jogador da seleção e do Paris Saint-Germain (PSG) é acusado de estupro pela modelo Najila Trindade, 26 anos. Diversas pessoas levaram cartazes abordando o escândalo que envolve o atleta.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) também compareceu ao Mané Garrincha. Mais cedo, ele declarou apoio a Neymar. “Está em um momento difícil, mas acredito nele. Neymar, hoje à noite estamos juntos”, declarou o chefe do Executivo em Aragarças (GO), a 380 quilômetros de Goiânia.
Em volta da arena, antes da partida, houve uma grande movimentação de pessoas e carros. 

O torcedor que resolveu assistir ao amistoso entre Brasil e Catar no Estádio enfrentou muito engarrafamento. Todas as vias nos arredores, bem como o Eixo Monumental, registraram trânsito lento. A dificuldade no tráfego atingiu, também, o fim da W3 Norte.
A assistente comercial Karolina de Mello, 31 anos, levou as filhas Maria Eduarda, 10, e Melissa, 3, para ver o jogo. Ela costuma ir com a família toda para assistir às partidas da seleção. A filha mais velha já viu a canarinho jogar e hoje aposta em um 7 x 0 para o Brasil. “Vai ganhar e vai ser de lavada”, garante Maria Eduarda.

O engenheiro Andrês Silva, 40, levou o filho João Vitor, 7, para assistir pela primeira vez à seleção jogar. Fã de Neymar e Coutinho, o menino já tem uma aposta: “Vai ser 2 x 0. Um gol de cada”.

Camisas
Ivan Santos, 31, e Redley Morais, 26, aproveitaram o jogo para vender o estoque de camisas que sobrou da Copa de 2018. “O Brasil saiu muito cedo da Copa da Rússia, não vendeu nada. Vamos tentar dar fim ao estoque hoje”, diz Ivan, que vende cada uma a R$ 25.

Criador do personagem Zé Brasil, o aposentado Henrique de Oliveira, 69, tentou a sorte na entrada do estádio. Vestido a caráter, ele diz que geralmente consegue entrar, mesmo sem ingresso, devido à fantasia. “Sempre liberam minha entrada, mas hoje está difícil”, reclama.
O pentacampeão e zagueiro do Brasiliense Lucio, por exemplo, disse que conversou com alguns jogadores e o assunto da acusação nem foi mencionado. “Não conversei com ninguém sobre isso. Vim aqui para falar com meus amigos.”

Para ele, o foco deve estar no jogo e na preparação para a Copa América. “A grande expectativa está na competição ser no Brasil. Tanto a torcida quanto os jogadores querem muito essa taça”, disse Lucio.

Quem também passou pelo hotel foi Felipe Jesus, irmão do centroavante Gabriel Jesus. Ele afirma que o clima na seleção está bom. “Só conversei com o meu irmão sobre o jogo. Nada além disso. Ele está muito bem e o clima lá em cima também”, afirmou

Emoção
Comovido com a história de Lucas, o militar André Peixoto, 20, fez questão de realizar o sonho do fã de Neymar. “Vim de Recife só para ver o jogo. Passei por aqui de manhã, me identifiquei com a história dele e comprei o ingresso.”

André disse que ver o sonho de outra pessoa ser realizado não tem preço. “Ele chegou a pedir para a comissão da CBF, e nem deram bola. O jogo é algo que ele vai levar para vida”, comentou.

Muito emocionado, Lucas mal pôde acreditar quando recebeu o presente. “Estou sem palavras para agradecer. Nunca fui a um estádio e vou ver o Neymar de perto. Muito obrigado mesmo”, disse ao ter o ingresso na mão.
Fonte: MetropolesDF

Celebridade:A Praça É Nossa: Bolsonaro quer se sentar no banco com Carlos Alberto

 Depois de passar pelo palco do Programa Silvio Santos e do Programa do Ratinho (que vai ao ar nesta terça-feira (04/06/2019), o presidente Jair Bolsonaro quer se sentar no banco da Praça É Nossa com Carlos Alberto de Nóbrega. 

Segundo o site Notícias da TV, na homenagem que o humorista recebeu na Câmara dos Deputados, Bolsonaro se autoconvidou para a atração. 
 “No meio da cerimônia ele me solta: ‘Vou lá um dia’. E se ele realmente for, será um maravilhoso problema para eu resolver”, disse Carlos Alberto ao site. O tal “problema” seria não expor Bolsonaro de maneira negativa em uma esquete da Praça.  “É uma situação delicada. É diferente ele ir no Programa do Ratinho para dar uma entrevista do que ir na Praça. 

E a Praça é um programa de humor. Colocá-lo lá somente para sentar no banco seria forçar a barra. Então preciso ter cuidado”, afirmou.  No entanto, Carlos Alberto reforça que não há nada acertado. “Nunca combinamos que ele participaria do programa. Não tem data marcada nem nada. Ele só falou que ‘passaria lá'”, explicou Carlos Alberto.
Fonte: MetrópolesDF

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